terça-feira, 16 de novembro de 2010

Alerta! Paganismo revelado na teologia da prosperidade.

Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom (Mateus 6.24).
Jesus escolhe uma palavra aramaica Mâmon para personificar um dos mais poderosos deuses pagãos de todos os tempos: o Dinheiro. O adjetivo Mâmon, deriva do verbo aramaico amân (sustentar) e significa amor às riquezas e dedicação avarenta aos interesses mundanos. Jesus orienta seus seguidores a investir suas vidas na conquista de bens espirituais agradáveis ao Senhor e adverte para a impossibilidade de se servir com lealdade a Deus e ao mesmo tempo amar o deus Dinheiro. Isso não quer dizer que Jesus seja contra os ricos e prósperos, mas, sim, que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males (Gn 13.2; Ec 3.13; 5.10-19; 10.19; 1Tm 6.10). O dinheiro é para ser usado e as pessoas, amadas. A inversão desses valores tem sido a razão de muitas desgraças (Is 52.3; 55.1; Rm 4.4; 1Tm 5.18). [1]
Não há duvida, de que a teologia da prosperidade tem sido um desses grandes males causados por aqueles que têm entregado suas vidas a serviço desse ídolo pagão chamado dinheiro. Os avarentos pregadores dessa teologia da miséria espiritual iludem o povo com falsos ensinamentos de que todos devem ser ricos, possuir mansões, carros, empresas, terem muito dinheiro no banco e nunca ficarem doentes.
A teologia da prosperidade induz as pessoas à avareza, ao egoísmo, a serem gananciosas e consequentemente introduz encobertamente no coração dos incautos esses deus chamado Mâmon.
A palavra de Deus diz que a avareza é idolatria. Mortificai, pois, os vossos membros, que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o afeição desordenada, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria (Colossenses 3.5).
Abrem os olhos meus irmãos! E voltemos ao verdadeiro e simples Evangelho.
Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção de costume; para que, porventura, estando farto não te negue, e venha a dizer: Quem é o SENHOR? ou que, empobrecendo, não venha a furtar, e tome o nome de Deus em vão (Provérbios 30.8,9).
Somente a Deus Glória!
Pb. Gleison Elias Pereira

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