terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A FRAUDE DO ESPIRITISMO

Qual a origem do espiritismo?
Desde os tempos antigos o homem buscou o contato com os mortos. A organização do espiritismo foi feita somente no século passado, em 1848, quando nos Estados Unidos, as irmãs Fox divulgaram fatos estranhos atribuídos a contatos com o além. Durante muitos anos as irmãs Fox percorreram o mundo divulgando as suas experiências. Todavia, em 1888, as mesmas irmãs Fox, em entrevistas dadas a um jornal americano, revelaram ser tudo uma fraude (mentira inventada). Neste meio tempo, na França, um homem conhecido como Allan Kardec, influenciado por esta corrente de pensamento, publica em 1857 o “Livro dos Espíritos”. Esta é a data tida como da fundação do espiritismo Kardecista.

O que pretende o espiritismo?
O espiritismo se apresenta como a verdadeira religião. Ele se considera a terceira revelação. A primeira foi dada a Moisés, a segunda a Jesus e a terceira através dos espíritos. Portanto, para os espíritas a Bíblia contém uma mensagem “de valor secundário, ou revogada e sem valor algum, em 90% do seu texto”. (Reformador – órgão oficial do espiritismo no Brasil – de 01/09/1953, p.23.)
Estes dois pontos (verdadeira religião e pouco valor à Bíblia) nos fazem lembrar a segura e severa orientação de São Paulo em Gl 1,8: “mas ainda que alguém, nós ou um anjo baixado do céu, vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que seja anátema”.
Também é importante lembrar Apocalipse 22,19: “E se alguém dele tirar qualquer coisa, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, descrita neste livro”.
Aqui percebemos os primeiros motivos pelos quais o cristão não pode ser espírita.
Existem outros motivos pelos quais o cristão não pode ser espírita?
Sim, vamos citar alguns:
O espiritismo acredita na reencarnação. A Bíblia ensina o contrário. Hb 9,27: “Como está determinado que os homens morram uma só vez, e logo em seguida vem o juízo”.
Quando alguém acredita na reencarnação, nega o que Jesus fez por nós na Cruz. Ef 1,7: “Neste filho, pelo seu sangue, temos a redenção, a remissão dos pecados, segundo as riquezas de sua graça…”.
Observe que se a pessoa acredita na reencarnação, ela torna em vão o sacrifício de Cristo. Pois se a pessoa precisa reencarnar está afirmando que a obra de Jesus não foi suficiente. E a Palavra de Deus afirma que só o sacrifício de Cristo possui o poder de nos salvar. Hb 10,10: “Foi em virtude desta vontade de Deus que temos sido santificados uma vez para sempre, pela ablação do corpo de Jesus Cristo”. Hb 10,14: “Por uma só oblação Ele realizou a perfeição definitiva daqueles que recebem a santificação”.
A doutrina espírita não acredita no poder redentor da Cruz de Cristo. Leão Denis, um espírita, em seu livro “Cristianismo e Espiritismo”, na página 88, afirma: “A missão de Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da Humanidade. O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo…”.
Um cristão não pode acreditar nestas palavras de Leão Denis, pois em 1Pd1,18 está escrito: “Porque vós sabeis que não é por bens perecíveis como a prata e o ouro, que tentes sido resgatados da vossa vã maneira de viver, recebida por tradição de vossos pais, mas pelo precioso Sangue de Cristo”.
Outro textos contra a reencarnação:
• Lucas 16, 19-31 – A parábola do Rico e Lázaro;
• Lucas 23,43 – As palavras de Jesus ao bom ladrão;
• Ecl 11,28 – Afirmar que o Senhor atribuirá a cada um segundo as suas obras.

Além da reencarnação, existem outros pontos do espiritismo contrários aos ensinamentos da Bíblia?
A evocação ou consulto aos mortos. Em Dt 18,11-12 e em Lc 16,27-31 vemos claramente a proibição dada por Deus e confirmada por Jesus.
O espiritismo não acredita na Santíssima Trindade, mas somente em um Deus uno.
O espiritismo se apresenta, conforme declaração da Federação Espírita Brasileira, como religião “sem ritos, sem liturgia, sem sacramentos”. Tal afirmação faz com que a Igreja não tenha mais sentido. E isto contraria a vontade de Jesus em Mt 16,19-19.
Fora estes motivos, vemos que a Bíblia é contra qualquer prática espírita: Lv 19,31 – Lv 20,6 – Lv 20,27.
Em 1Cr 10,13 vemos a explicação dada para a morte do rei Saul: “Saul morreu por causa da infidelidade, da qual se torna culpado contra o Senhor, não observando a Palavra do Senhor e por ter consultado necromantes”.

Como explicar os fenômenos espíritas? Será que de fato os espíritos baixam?
Começamos esta explicação com uma afirmação de Allan Kardec, um dos fundadores do espiritismo: “Posso dizer que nestes 40 anos quase todos os médiuns célebres passaram por meu salão e quase todos surpreendi em fraude”.
Ao lado desta colocação existem as experiências feitas em sessões espíritas em sua maioria concluem: “Não existem provas da presença de espíritos, pois os espíritos nunca puderam provar que sabem qualquer coisa”. Ao contrário, existem provas de que muitas das chamadas revelações espíritas no campo da ciência, por exemplo, feitas por Allan Kardec, estavam cheias de erros. Tanto é verdade que as explicações dadas pelos próprios espíritas confirmam o que acabamos de dizer. Explicações sobre erros de Kardec: “As revelações de Allan Kardec não passam de suas idéias, impostas aos médiuns e por ele depois corrigidas”. Todavia, não podemos cair no extremo de afirmar que tudo é mentira ou embuste.

Então existe a manifestação de espíritos?
Aqui é preciso ter claro dois pontos?
a) Algumas incorporações (baixar espíritos) não passam de um condicionamento psíquico produzido pela própria pessoa ou pelo ambiente do centro espírita ou do terreiro.
b) Existem aquelas manifestações de espíritos que são manifestações de maus espíritos. Os espíritas geralmente dizem: “Existem bons e maus espíritos, nós lidamos somente com os bons”. O que é uma contradição, pois os bons espíritos conhecem a Palavra de Deus, e não a desobedecem.
A Bíblia diz que existem anjos que pode com a permissão de Deus, comunicar-se conosco. Por exemplo, em Lc 1,26ss, o anjo Gabriel que é enviado a Maria, mãe de Jesus.
A diferença entre esta aparição bíblica e o que acontece nos centros ou terreiros é evidente: Maria não evocou (chamou o anjo) e nem incorporou, ele foi enviado por Deus; já nos centros e terreiros os espíritos são evocados, e isto é proibido pela Palavra de Deus. (Dt 18,10-14 – Lv 19,31 – Lv 20,6 – Lv 20,27).
Existe o perigo de contaminação pelas forças do mal, para as pessoas que se envolvem com estas obras?
Segundo o Dr. Philippe Madre, psiquiatra, em seu livro “Pai, livra-nos do mal”, as práticas mágicas têm um efeito destruidor no equilíbrio psíquico do homem. Isto significa que as pessoas que buscam ou possuem objetos ligados a estas práticas estão sujeitas a sua influência. E aí entra a responsabilidade do homem, pois facilmente as pessoas lançam tudo nas costas do demônio.
A atitude correta é não se envolver com estas práticas e destruir todos os objetos a elas ligados (livros, objetos, roupas, amuletos…), e estar unidos a Jesus, pela prática da sua Palavra.

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