quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

É CORRETO EXPOR OS FALSOS MESTRES?




Dizem-se que há vinte a trinta anos o versículo bíblico mais citado por incrédulos era João 3.16. Hoje, porém, parece que o versículo mais conhecido é Mateus 7.1: "Não julgueis, para que não sejais julgados." Esse versículo é usado quando o cristão expressa qualquer opinião que afirme algo moral ou teologicamente errado. Utilizando este versículo cria um dilema pelo cristão "preconceituoso" e "discriminador": Se prosseguir com seu "julgamento", correrá o risco de ser rotulado e criticado com "juíz hipócrita". Infelizmente muitos cristãos correm dessa "perseguição", assim permitindo que os objetos da sua crítica continuam impunes.

Tirei o seguinte artigo do blog Discernimento Cristão do nosso "amigo virtual", Roberto Aguiar. O autor do artigo é Pr. E. L. Bynum de Lubbock, Texas [EUA]. Recomendamos que os leitores deste trecho lessem o artigo inteiro!

Hoje, os falsos mestres estão livres para espalhar suas doutrinas venenosas porque há uma conspiração de silêncio entre muitos crentes na Bíblia. Lobos em pele de cordeiro são, assim, habilitados a assolar o rebanho, dessa maneira destruindo a muitos.


João Batista chama os fariseus e saduceus (os líderes religiosos da sua época) uma “raça de víboras” (Mateus 3.7). Hoje, ele seria acusado de ser sem amor, cruel, e de não ser cristão.



Jesus disse aos fariseus religiosos: “Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca” (Mateus 12.34). Para muitos evangélicos e alguns fundamentalistas, isso seria uma linguagem inaceitável hoje, mas é uma linguagem bíblica e veio da boca do Filho de Deus.

Ao ficar cara a cara com estes falsos mestres, Jesus Cristo, o filho de Deus, os chamou de “hipócritas”, “guias cegos", “cegos”, “sepulcros caiados”, “serpentes” e “raça de víboras” (Mateus 23.23-34). No entanto, somos informados de que hoje estamos em comunhão com homens cujas doutrinas são tão antibíblicas como os dos fariseus. Alguns dos que dizem que eles são cristãos bíblicos insistem em trabalhar com católicos romanos e outros vários hereges. No entanto, segundo muitos, não devemos repreendê-los pela transigência deles.

Perto do início de seu ministério, “Jesus subiu a Jerusalém. E achou no templo os que vendiam bois, e ovelhas, e pombos, e os cambiadores assentados. E tendo feito um azorrague de cordéis, lançou todos fora do templo, também os bois e ovelhas; e espalhou o dinheiro dos cambiadores, e derribou as mesas; E os seus discípulos lembraram-se do que está escrito: O zelo da tua casa me devorará” (João 2.13-16). Nosso Salvador é hoje apresentado como aquele que era manso, humilde, bondoso e amoroso, até mesmo para os falsos mestres, mas isso é totalmente falso. Ao lidar com falsos mestres e profetas, Suas palavras eram fortes e Suas ações simples e claras.

Perto do fim do Seu ministério público, Cristo achou necessário purificar o templo novamente. A exposição das falsas doutrinas e práticas é um trabalho sem fim. Naquela época Ele disse: “Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões” (Marcos 11:17). É diferente hoje? Os ladrões entram na casa de Deus, e roubam o povo de Deus da Bíblia e vendem suas Bíblias pervertidas. Ao mesmo tempo, esta malta de ladrões rouba o povo na doutrina da separação e na doutrina da santificação. Então você quase não pode dizer qual é o povo de Deus e o povo do mundo. Honestamente, não devem estes ladrões (falsos mestres) ser expostos?

Em nossos dias, esses falsos mestres vieram às igrejas com seus livros, literatura, filmes, psicologia e seminários, e transformaram a casa do Pai em um covil de ladrões. É tempo de homens de Deus se levantarem e exporem os seus erros para que todos os possam ver.

sábado, 10 de dezembro de 2011

UMA FALSA PAZ.



Para aqueles que possuem o discernimento dado pelo Espírito Santo e o conhecimento da Palavra de Deus, é fácil indentificar os sinais do fim dos tempos. A humanidade desde sempre tem sonhado com a paz, com um dia onde todos se uniriam por uma causa maior. Todos desejam ser compreendidos, aceitos, repeitados. No âmbito religioso, o sonho de muitos é "unidade" e o amor entre as todos os tipos de doutrinas e visões. Mas seria isso realmente possível? Se analisarmos essa tão sonhada "paz" à luz da própria Palavra, veremos que o Senhor Jesus nos alerta de algo bem diferente que aconteceria nos últimos dias aqui na terra. "Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;" (1 Timóteo 4:1) "...tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes. (2 Timóteo 3:1-5) "E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas... (2 Pedro 2:3) "E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas." (2 Timóteo 4:4) Imagine se todas as seitas desse mundo se unissem com os que praticam uma fé verdadeira, só pela intenção de "ganhar vidas" alegando que todo método é válido? Quantos realmente se salvariam? Quantos não teriam sua fé baseada em doutrinas vérias, fora da palavra e cheias de misturas em vez de se firmarem unicamente em Jesus? A Bíblia é clara quanto a isso: "Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" (Amós 3:3) Incrivelmente o que vemos hoje é a pregação dessa falsa "paz" por muitas seitas e movimentos heréticos. Multidões estão cegamente sendo iludidas e desviando-se do caminho da salvação por acreditarem nisso e acharem que por muitos não desejarem essa "união" eles é que não são de Deus. Mas a verdade é que Deus nos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz e não para seguir os rudimentos desse mundo onde o deus desse século (satanás) tem cegado o entendimento de muitos. A Bíblia diz que essa ação vem do espírito do anticristo, que já está nesse mundo e que enganaria a muitos e se possível até os escolhidos de Deus.



Em contra partida, é claro que é possivel viver em unidade com outras denominações, pois somos o Corpo de Cristo, e Deus se alegra com isso “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.” (Salmos 133:1) é lindo ver igrejas unidas num mesmo propósito, sem se importas com suas placas, trocarem experiências, porém existe algo que deve ser o divisor de águas nisso tudo: A Palavra de Deus. Muitas seitas dividem a glória de Deus com a dos homens, levam os fiéis a idolatrar o dinheiro e desejarem mais a bençãos materiais do que as espirituais, distorcem a sã doutrina e anseiam por verem suas igrejas lotadas, mas sem se preocuparem com a saúde espiritual do eu povo. Com esses, a Bíblia adverte: "Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis." (2 João 1:10) "Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis." (2 Coríntios 11:4) "Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." (Galátas 1:9) “ Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé. Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade.Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados. Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra.” (Tito 1:13-16) O apóstolo Paulo em sua carta a Timóteo diz: "...Siga a justiça, a fé, o amor e a paz, juntamente com os que, de coração puro, invocam o Senhor.2 Timóteo 2:2" (2 Timóteo 2:22) Ou seja, com aqueles que pregam a verdade de Deus na sua essência, com pureza e simplicidade, sem misturas e modismos, acréscimos ou heresias. Deus nos chamou para fazermos a diferença onde muitos estão tomando a “mesma forma”, o tempo está próximo, os sinais estão à vista. Ore, vigie, obedeça as Escrituras: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna...” (João 5:39) “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” (2 Coríntios 13:5) “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.” (Mateus 7:15) Não permita que o engano da falsa “paz” leve-o para o caminho errado. “Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram".(Mateus 7:1) “Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.” (1 João 4:1) Lembre-se também do que nosso Senhor Jesus disse: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.” (Mateus 7:21) Preste bem atenção no mais o Senhor disse: “Quando disserem: "Paz e segurança", então, de repente, a destruição virá sobre eles, como dores à mulher grávida; e de modo nenhum escaparão. (1 Tessalonicenses 5:3) "Não pensem que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.” (Mateus 10:3) Você consegue entender a revelação que este texto traz? Quem é a espada irmão? O que ela faz? “Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração.” (Hebreus 4:1) Ela é o fator chave para separar o que é santo do que é profano. Só firmados nessa Palavra poderemos discernir o que vem de Deus ou não.



Deus com certeza deseja que tenhamos paz, com Ele e com os outros. Mas essa paz não é como o mundo a dá. A paz de Deus excede todo entendimento e não pode ser manifesta meramente por vontade humana.



“Nem tudo no reino de Deus é válido. Não adianta ter boa intenção se a motivação está errada.”



Mas que uma coisa fique bem clara, nossa luta não é contra carne ou sangue, ou seja, “...a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.” (Efésios 6:1) Não é contra as vidas, mas suas práticas errôneas. Acima de tudo isso, existe algo que deve reinar em nossos corações: O AMOR DE DEUS. É esse amor que nos levará a combater o engano que tem levado tantos à cegueira esprititual, para que possam energar a luz e a verdade de Deus. Que nossa oração seja o mesmo clamor do Pai, “pois Ele não deseja que os homens se percam, mas que se arrependam e cheguem ao pleno conhecimento da salvação” (1 Timóteo 2:4)



Que Deus te use como instrumento da verdade, pois Ele te chamou e te diz nesse tempo: “Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos.” (Lucas 10:3)



Jamais abandone a verdade de Deus só nela você estará seguro. “Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.” (Apocalipse 3:1) “...Aquele que perseverar até ao fim será salvo.” (Mateus 24:13)



“Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz. “ (2 Pedro 3:14)

De: ESTER PAIXÃO, líder de Evangelismo e Missões da IESF, pelo Espírito de Deus.

UMA FALSA PAZ.

Para aqueles que possuem o discernimento dado pelo Espírito Santo e o conhecimento da Palavra de Deus, é fácil indentificar os sinais do fim dos tempos. A humanidade desde sempre tem sonhado com a paz, com um dia onde todos se uniriam por uma causa maior. Todos desejam ser compreendidos, aceitos, repeitados. No âmbito religioso, o sonho de muitos é "unidade" e o amor entre as todos os tipos de doutrinas e visões. Mas seria isso realmente possível? Se analisarmos essa tão sonhada "paz" à luz da própria Palavra, veremos que o Senhor Jesus nos alerta de algo bem diferente que aconteceria nos últimos dias aqui na terra. "Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;" (1 Timóteo 4:1) "...tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se também destes. (2 Timóteo 3:1-5) "E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas... (2 Pedro 2:3) "E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas." (2 Timóteo 4:4) Imagine se todas as seitas desse mundo se unissem com os que praticam uma fé verdadeira, só pela intenção de "ganhar vidas" alegando que todo método é válido? Quantos realmente se salvariam? Quantos não teriam sua fé baseada em doutrinas vérias, fora da palavra e cheias de misturas em vez de se firmarem unicamente em Jesus? A Bíblia é clara quanto a isso: "Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" (Amós 3:3) Incrivelmente o que vemos hoje é a pregação dessa falsa "paz" por muitas seitas e movimentos heréticos. Multidões estão cegamente sendo iludidas e desviando-se do caminho da salvação por acreditarem nisso e acharem que por muitos não desejarem essa "união" eles é que não são de Deus. Mas a verdade é que Deus nos chamou das trevas para Sua maravilhosa luz e não para seguir os rudimentos desse mundo onde o deus desse século (satanás) tem cegado o entendimento de muitos. A Bíblia diz que essa ação vem do espírito do anticristo, que já está nesse mundo e que enganaria a muitos e se possível até os escolhidos de Deus.



Em contra partida, é claro que é possivel viver em unidade com outras denominações, pois somos o Corpo de Cristo, e Deus se alegra com isso “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.” (Salmos 133:1) é lindo ver igrejas unidas num mesmo propósito, sem se importas com suas placas, trocarem experiências, porém existe algo que deve ser o divisor de águas nisso tudo: A Palavra de Deus. Muitas seitas dividem a glória de Deus com a dos homens, levam os fiéis a idolatrar o dinheiro e desejarem mais a bençãos materiais do que as espirituais, distorcem a sã doutrina e anseiam por verem suas igrejas lotadas, mas sem se preocuparem com a saúde espiritual do eu povo. Com esses, a Bíblia adverte: "Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis." (2 João 1:10) "Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis." (2 Coríntios 11:4) "Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." (Galátas 1:9) “ Este testemunho é verdadeiro. Portanto, repreende-os severamente, para que sejam sãos na fé. Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade.Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados. Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra.” (Tito 1:13-16) O apóstolo Paulo em sua carta a Timóteo diz: "...Siga a justiça, a fé, o amor e a paz, juntamente com os que, de coração puro, invocam o Senhor.2 Timóteo 2:2" (2 Timóteo 2:22) Ou seja, com aqueles que pregam a verdade de Deus na sua essência, com pureza e simplicidade, sem misturas e modismos, acréscimos ou heresias. Deus nos chamou para fazermos a diferença onde muitos estão tomando a “mesma forma”, o tempo está próximo, os sinais estão à vista. Ore, vigie, obedeça as Escrituras: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna...” (João 5:39) “Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” (2 Coríntios 13:5) “Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores.” (Mateus 7:15) Não permita que o engano da falsa “paz” leve-o para o caminho errado. “Como é estreita a porta, e apertado o caminho que leva à vida! São poucos os que a encontram".(Mateus 7:1) “Amados, não creiam em qualquer espírito, mas examinem os espíritos para ver se eles procedem de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.” (1 João 4:1) Lembre-se também do que nosso Senhor Jesus disse: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus.” (Mateus 7:21) Preste bem atenção no mais o Senhor disse: “Quando disserem: "Paz e segurança", então, de repente, a destruição virá sobre eles, como dores à mulher grávida; e de modo nenhum escaparão. (1 Tessalonicenses 5:3) "Não pensem que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada.” (Mateus 10:3) Você consegue entender a revelação que este texto traz? Quem é a espada irmão? O que ela faz? “Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração.” (Hebreus 4:1) Ela é o fator chave para separar o que é santo do que é profano. Só firmados nessa Palavra poderemos discernir o que vem de Deus ou não.



Deus com certeza deseja que tenhamos paz, com Ele e com os outros. Mas essa paz não é como o mundo a dá. A paz de Deus excede todo entendimento e não pode ser manifesta meramente por vontade humana.



“Nem tudo no reino de Deus é válido. Não adianta ter boa intenção se a motivação está errada.”



Mas que uma coisa fique bem clara, nossa luta não é contra carne ou sangue, ou seja, “...a nossa luta não é contra pessoas, mas contra os poderes e autoridades, contra os dominadores deste mundo de trevas, contra as forças espirituais do mal nas regiões celestiais.” (Efésios 6:1) Não é contra as vidas, mas suas práticas errôneas. Acima de tudo isso, existe algo que deve reinar em nossos corações: O AMOR DE DEUS. É esse amor que nos levará a combater o engano que tem levado tantos à cegueira esprititual, para que possam energar a luz e a verdade de Deus. Que nossa oração seja o mesmo clamor do Pai, “pois Ele não deseja que os homens se percam, mas que se arrependam e cheguem ao pleno conhecimento da salvação” (1 Timóteo 2:4)



Que Deus te use como instrumento da verdade, pois Ele te chamou e te diz nesse tempo: “Ide; eis que vos mando como cordeiros ao meio de lobos.” (Lucas 10:3)



Jamais abandone a verdade de Deus só nela você estará seguro. “Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.” (Apocalipse 3:1) “...Aquele que perseverar até ao fim será salvo.” (Mateus 24:13)



“Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz. “ (2 Pedro 3:14)



De: ESTER PAIXÃO, líder de Evangelismo e Missões da IESF, pelo Espírito de Deus.
Palavras-chave:

heres

terça-feira, 15 de novembro de 2011

7 Características da nova liderança neopentecostal




Ao longo dessas quase cinco décadas de ministério pastoral comecei a observar a tendência da igreja brasileira e os rumos que tomou. Depois que li uma pequena nota de Renato Vargens no blog http://www.pulpitocristao.com achei que poderia contribuir acrescentando 7 características da nova liderança pentecostal. Com o surgimento dos movimentos pentecostais novos, comumente chamados de neopentecostais, algumas características se tornam evidentes na liderança dessa parcela eclesiástica.

Contrariamente às recomendações de Pedro aos líderes da igreja de que o líder deve ser (1) testemunha (mártir) dos sofrimentos de Cristo; (2) de que não deve exercer o pastoreamento por constrangimento, isto é, obrigado a pastorear como se a igreja dependesse dele; (3) de que não deve andar de olho no dinheiro alheio (sórdida ganância) e (4) de que não deve ser dominador do povo, ou do rebanho porque este é de Deus, muitos dos atuais líderes da igreja, especialmente os que ostentam o título de apóstolos agem no sentido oposto. Procure ler o texto de 1 Pedro 5.1-4.

A seguir colhi sete características dessa liderança atual - que não é apenas da liderança neopentecostal, mas também de muitos líderes de igrejas pentecostais históricas.

1. Autoritarismo. Tais líderes advogam a si o direito de ter a palavra final em questões doutrinárias e de práticas cristãs. Creem que podem criar novos padrões de ensinamento e neles atrelar a congregação. Era assim também no passado quando pastores de denominações pentecostais decidiam o que o povo devia usar, o que pensar e em como viver. Felizmente algumas denominações amadureceram e abandonaram tais práticas que vêm sendo adotadas com grande ardor pelos novos líderes pentecostais. As pessoas são orientadas a viverem conforme o pensamento do líder e de maneira a agradá-lo. A "doutrina" ou ensinamento apostólico foi por eles aperfeiçoado, porque tirou do povo o direito à vida e de decidir o que fazer e de como viver.

2. Dominadores do rebanho. Hoje os apóstolos, bispos, presbíteros e pastores - não importa o título que ostentem - decidem se os membros devem celebrar o Natal, os alimentos que devem comer, as festas que podem participar, os DVDs que devem assistir e quais igrejas ou congregações podem visitar.

Tal autoritarismo não é próprio apenas de igrejas neopentecostais, mas também de alguns que se dizem "igreja" sem nome; comunidades cristãs, etc. que mantêm sob regras rígidas o comportamento e o estilo de vida de seus membros, ou discípulos. É possível ver este autoritarismo em várias denominações também. Nunca ouse pensar ou agir de maneira que contrarie seu líder! O líder é o novo paradigma ou modelo de fé a ser seguido, e não os modelos da Bíblia.

3. Ganância financeira e luxúria. A ostentação de riqueza, o ganho fácil e a confortável vida movida a aviões particular, helicópteros e festas não é própria apenas dos neopentecostais, mas também de outros segmentos da igreja - uma dessas igrejas, até bem tradicional, em que seu líder se locomove para a casa da montanha de helicóptero, enquanto exige que seus membros nem televisão possuam!

Enquanto milhares de obreiros residem em casas modestas no meio de sua comunidade, ao nível do povo que pastoreiam, vivendo na simplicidade, buscando o mínimo de conforto, outros se afastam do meio do rebanho e passam a viver em condomínios inacessíveis ao povo. Sua congregação não tem acesso a casa deles - diferentemente de quando nossa casa estava aberta aos irmãos. Essa é a nova cara da liderança eclesiástica da igreja brasileira.

4. Usam o púlpito como arma de ataque. Por trás do carisma que lhes é peculiar tais ministros fazem o que querem com o povo; se justificam, demonstram humildade e santidade e aproveitam para atacar sutilmente os que lhe desobedecem as ordens. Frases como "aconteceu tal coisa porque não ouviu o homem de Deus" é comum ouvir de seus lábios. É a justificação de uma aparente santidade. As pessoas precisam vê-los como homens de Deus, líderes espirituais íntegros; no púlpito diante de seu povo riem, choram, profetizam, pulam, gesticulam e pregam mensagens de prosperidade. Assim, conseguem encobrir do rebanho suas verdadeiras intenções, para que este não se interesse em saber como é a vida deles no dia a dia de sua vida particular.

E grande parte dos crentes defende o estilo de vida de seus líderes, e se dobra perante eles como faziam os escravos diante de seus senhores.
5. A sacerdotização do ministério. Alguns desses novos líderes criaram a nova casta de "levitas" que são os que cuidam do louvor da igreja, mas criaram também a "família sacerdotal" que é composta do líder e de seus familiares, num atentado grotesco ao verdadeiro sacerdócio de Jesus Cristo. Muitos, ainda que reneguem publicamente tal conceito, ostentam-no no ensino aos seus líderes, isto é, estes são orientados a considerá-los sacerdotes de Cristo a serviço do povo. "Nós somos sacerdotes" de Deus para cuidar do rebanho, dizem, quando biblicamente toda a igreja é povo sacerdotal!

6. O reino deles é deste mundo. A nova liderança dos neopentecostais tem outro foco que não é o reino de Deus futuro, mas o reino deles, agora. Eles têm prazer nas coisas do mundo. Seu império particular e o império de sua denominação ou de suas comunidades constituem o reino deles na terra. Enquanto todos os demais trabalham para a vinda do reino, esses novos líderes creem que estão no reino, e que já são príncipes de Cristo aqui na terra. E para viver como príncipes, formam seu séquito de seguidores que os servem humildemente. Enquanto Jesus apontava para a chegada iminente do reino de Deus, a nova liderança da igreja crê que vive o reino, aqui e agora!

Por isso intrometem-se na política, pensando que por ela governarão na terra e trarão o governo de Cristo aos homens. E, da mesma forma que entram na política e buscam para si títulos políticos, se prostituem com o sistema e podem ser vistos agradecendo a Deus pelas graças recebidas, como no caso dos deputados evangélicos neopentecostais do Distrito Federal. Estes são a pontinha do iceberg, porque existem milhares de pastores vendidos ao mundo e que recebem polpudas somas de dinheiro para transformar sua congregação em curral eleitoral.

7. Acreditam que o juízo dos crentes não é para eles; porque estão acima dos demais. Por isso, perderam o temor de Deus e nem imaginam o que lhes espera no dia do juízo de Cristo, quando todos haveremos de prestar contas. Quando se perde o temor de Deus leva-se uma vida desenfreada de pecado, escondida sob o manto da espiritualidade e da vida piedosa.

Criticam a Balaão mas vivem como ele, profetizando em nome de Deus, mas de olho nos bens de Balaque - porque são insaciáveis financeiramente. São estes os novos líderes que à semelhança de Coré, Datã e Abirão defendem seu sacerdócio e proclamam que também "têm direitos espirituais", como nos dias de Moisés. À semelhança de Caim pecam voluntaria e conscientemente, esquecendo que já receberam na testa o sinal de Deus que os manterá sob juízo e condenação.

À luz dessas sete características é possível identificar o tipo de igreja que se frequenta, o tipo de líder que se obedece e decidir se deve seguir o caminho do discipulado cristão ou se fará parte do novo reino dos deuses da terra.

João A. de Souza Filho

terça-feira, 11 de outubro de 2011

OS CRISTÃOS JUDAIZANTES DE HOJE



"As festas bíblicas são ordens sagradas do Senhor. Elas não são apenas judaicas; são, antes de mais nada, do Senhor, declaradas como estatuto eterno (Lv. 23:1-44). Essas festas não são um convite para que a Igreja volte à primeira aliança, mas para sustentar a mensagem que elas transmitem. Elas apontam para o fim, para o Cordeiro e falam da parousia, ou seja, a segunda vinda do Messias."
"Preste atenção ao que está sendo ministrado, pois Roma não deseja que nossos olhos sejam abertos. Roma quer nos prender ao paganismo. Esse paganismo se traduz na tentativa de deixar as festas bíblicas no esquecimento e de pegar as festas pagãs e tentar cristianizá-las. Porém, Deus abriu os nossos olhos. Não estamos mais debaixo da escuridão, pois o Senhor nos trouxe para a luz."
(Ap. Renê Terra Nova).
A frase do autodenominado “apóstolo” René Terra Nova demonstra bem a necessidade de estudarmos este assunto: a Igreja deve guardar festas e costumes judaicos? A Bíblia deixa alguma evidência de que tais práticas são para os cristãos?
Independentemente de dados históricos extra-bíblicos, devemos nos deter ao estudo das Escrituras para esclarecermos tais questionamentos. É da Bíblia a Palavra final sobre o assunto!
Para começarmos nosso estudo, é interessante nos debruçarmos sobre a carta de Paulo aos gálatas, pois os irmãos da Galácia estavam passando por uma situação semelhante a da igreja de hoje.
Quando Paulo escreveu aos gálatas, Os judeus estavam presentes em todo o Império Romano, principalmente nas cidades mais importantes. Muitos deles se converteram ao cristianismo e, dentre os convertidos, havia aqueles que queriam impor a lei mosaica sobre os cristãos gentios. São os "judaizantes". Assim como os fariseus e saduceus perseguiram Jesus durante o período mencionado pelos evangelhos, os judaizantes pareciam estar sempre acompanhando os passos de Paulo a fim de influenciar as igrejas por ele estabelecidas. Essa questão entre judaísmo e cristianismo percorre o Novo Testamento.
Os judaizantes estavam também na Galácia, onde se tornaram uma forte ameaça contra a sã doutrina das igrejas.
Aqueles judeus davam a entender que o evangelho estava incompleto. Para conseguirem uma influência maior sobre as igrejas, eles procuravam minar a autoridade de Paulo. Para isso, atacavam a legitimidade do seu apostolado, como tinham feito em Corinto.
O EVANGELHO JUDAIZANTE
Os judaizantes chegavam às igrejas com o Velho Testamento "nas mãos". Isso se apresentava como um grande impacto para os cristãos. O próprio Paulo ensinava a valorização das Sagradas Escrituras. Como responder a um judeu que mostrava no Velho Testamento a obrigatoriedade da circuncisão e da obediência à lei? Além disso, apresentavam Abraão como o modelo para os servos de Deus.
Os judaizantes ensinavam que a salvação dependia também da lei, principalmente da circuncisão. Segundo eles, para ser cristão, a pessoa precisava antes ser judeu (não por descendência, mas por religião). Foi para combater as heresias judaizantes que Paulo escreveu aos gálatas e mostrou àqueles irmãos que voltar as práticas e aos cerimoniais da Lei era cair da graça. (Gálatas 5:1-10):
“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão.
2 Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará.
3 De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei.
4 De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes.
5 Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé.
6 Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor.
7 Vós corríeis bem; quem vos impediu de continuardes a obedecer à verdade?
8 Esta persuasão não vem daquele que vos chama.
9 Um pouco de fermento leveda toda a massa.
10 Confio de vós, no Senhor, que não alimentareis nenhum outro sentimento; mas aquele que vos perturba, seja ele quem for, sofrerá a condenação”.
Algo parecido tem acontecido na Igreja brasileira nos dias atuais. Os judaizantes modernos ensinam que devemos guardar as festas judaicas, ler a Torah nos cultos, etc.
É muito comum vermos cristãos usando kipás (bonezinho usado pelos judeus), buscando ligações genealógicas com o povo israelita para que possam obter nacionalidade judia, entre outras coisas. Até mesmo nos cultos de algumas igrejas, músicas e danças judaicas foram inseridas.
Em nome do amor a Israel a bandeira da nação é colocada na igreja (será que um árabe desejoso por conhecer Cristo entraria nesta igreja?), o shofar é tocado e promovem-se as festas com a promessa de uma nova unção sobre a vida de quem participa de tais celebrações.
Há igrejas onde as pessoas não podem adentrar ao templo de sandálias ou sapatos e são orientadas a tirar os calçados, pois, segundo ensinam, irão pisar terra santa.
Há notícias de denominações no Brasil onde os assentos foram retirados dos templos e os crentes ficam de joelhos em posição semelhante à usada pelos judeus nas sinagogas.
Uma famosa “apóstola” apregoa inclusive a necessidade da Igreja Evangélica brasileira guardar o sábado. Em uma entrevista a antiga revista Vinde, ela declarou: "Meu contato com Israel me mostrou várias coisas, como os dias proféticos, as alianças: seis dias trabalharás e ao sétimo descansarás. Êxodo 31 declara que o sábado é o sinal de uma aliança perpétua e da volta de Cristo”.
Afinal, devemos ter a preocupação de celebrar as festas judaicas, usar kipá, colocar pano de saco, banhar-se de cinzas? O cristão tem essas obrigações? O que diz a Palavra sobre o assunto?
Sobre a idéia da guarda do sábado e a sugestão da pastora de que isso faz parte de uma aliança perpétua, verifiquemos o seguinte:
Usar a expressão "aliança perpétua" para referir-se à aliança feita entre Deus e Israel é desconhecer a transitoriedade dessa aliança apontada pela Bíblia. Se não, vejamos. A Bíblia menciona a existência de duas alianças. A primeira foi firmada entre Deus e o povo de Israel (Êxodo 19.1-8), logo que saiu da terra do Egito e se acampou junto ao Monte Sinai. A aliança foi ratificada com o sangue de animais como se lê em Êxodo 24.1-8. No livro de Hebreus, o escritor se reporta a esta aliança, dizendo: "É por isso que nem a primeira aliança foi consagrada sem sangue. Havendo Moisés anunciado a todo o povo todos os mandamentos segundo a lei, tomou o sangue dos bezerros e dos bodes, com água, lã púrpura e hissopo, e aspergiu tanto o próprio livro como todo o povo dizendo: ‘Este é o sangue da aliança que Deus ordenou para vós’" (Hebreus 9.18-20).
Essa aliança não integrava o povo gentio (Salmo 147.19 e 20): "Mostra a sua palavra a Jacó, os seus estatutos e os seus juízos a Israel. Não fez assim a nenhuma outra nação; e, quanto aos seus juízos, não os conhecem”.
Embora o povo de Israel tivesse prontidão em responder que observaria essa aliança, na verdade, não a cumpriu, de modo que Deus prometeu nova aliança. Essa promessa foi registrada por Jeremias: "Vêm dias, diz o Senhor, em que farei uma aliança nova com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz para com seus pais, no dia em que os tomei pela mão para os tirar da terra do Egito, porque eles invalidaram a minha aliança, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor" (Jeremias 31.31 a 34).
Novamente, o escritor do livro de Hebreus se reporta a essa nova aliança, afirmando que ela já tinha sido estabelecida por Jesus Cristo: "Mas agora alcançou Ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de superior aliança, que está firmada em melhores promessas. Pois se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, nunca se teria buscado lugar para a segunda", (Hebreus 8.6 e 7). Ainda Paulo, falando sobre a antiga aliança, declara: "Ele nos fez também capazes de ser ministros de uma nova aliança, não de letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica" (2 Coríntios 3.6). Logo, não se pode falar em "aliança perpétua", referindo-se à primeira aliança entre Deus e Israel.
O que talvez a apóstola quisesse, mas não o fez, era dizer que o sábado é um mandamento perpétuo, como se lê em Êxodo 31. 16 e 17. Todavia, ainda assim, ela estaria incorreta. Não procede dizer que a guarda do sábado deva ser observada pelos cristãos hoje. Isto porque a palavra perpétuo não se aplica só ao sábado, mas também a vários outros preceitos que os guardadores do sábado nunca se dispuseram a cumprir, como, por exemplo, a circuncisão pois Gênesis 17.13-14 diz o seguinte: “Com efeito, será circuncidado o nascido em tua casa e o comprado por teu dinheiro; a minha aliança estará na vossa carne e será aliança perpétua. O incircunciso, que não for circuncidado na carne do prepúcio, essa vida será eliminada do seu povo; quebrou a minha aliança”. E agora, teremos que nos circuncidar também? Ou não seria mais coerente guardar o significado espiritual de tais ordenanças e não o seu aspecto cerimonial?
Um outro argumento da “apóstola” é a de que o domingo tem origem pagã, ela diz: “"Roma teve um imperador que adorava o sol. Daí Sunday (dia do sol) [do inglês, domingo]. Por essa questão pagã, a tradição chegou até nossos dias...”.
Entretanto, esse é um argumento pueril, freqüentemente citado por eles para imprimir a idéia de que a guarda de outro dia que não o sábado é de origem estritamente pagã. Tão pagã quanto a palavra Sunday é Saturday (dia de Saturno), sábado, em inglês. O dia era dedicado ao deus Saturno e prestava-se culto com orgias e muita bebida. Os dias da semana levavam nomes pagãos e não só o domingo.
Constantino, por sua vez, foi o primeiro imperador romano a adotar o cristianismo. Quando o fez promulgou vários decretos em favor dos cristãos, destacando-se o de 7 de março de 321. Se vale o argumento de que a guarda do domingo é de origem pagã por ter sido Constantino quem firmou o primeiro dia da semana como dia de guarda, então teria que reconhecer que a doutrina da Trindade também tem origem pagã, pois foi o mesmo Constantino quem presidiu o Concílio de Nicéia, em 325, quando foi reconhecida biblicamente a deidade absoluta de Jesus. Jesus sempre foi Deus verdadeiro ou passou a sê-lo depois do Concílio de Nicéia? E o domingo passou a ser dito como dia de adoração em decorrência do decreto imperial ou os cristãos já o tinham como dia de adoração? Quanto ao uso do Kipá, atente para o significado desta indumentária judaica segundo judeus messiânicos:
“Kipá - Simboliza que há alguém acima de você - O significado da palavra kipá é "arco", que fica compreensível quando pensamos em seu formato. A kipá é um lembrete constante da presença de Deus. Relembra o homem de que existe alguém acima dele, de que há Alguém Maior que o está acompanhando em todos os lugares e está sempre o protegendo, como o arco, e o guiando. Onde quer que vá, o judeu estará sempre acompanhado de Deus”.
“É costume judaico desde os primórdios um homem manter sua cabeça coberta o tempo todo, demonstrando com isso humildade perante Deus. É expressamente proibido entrar numa sinagoga, mencionar o nome Divino, recitar uma prece ou bênção, estudar Torá ou realizar qualquer ato religioso de cabeça descoberta”.
Fica o questionamento: é necessário para um cristão usar um kipá para lhe lembrar a presença de Deus? É preciso usar esse gorrinho para não esquecer de que Deus é Soberano e está acima de todos?
Não basta para o verdadeiro cristão o fato de que o próprio Deus habita em nós por meio do Seu Espírito? Fica o questionamento de Paulo aos coríntios: (1 Coríntios 3:16) “Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?”.
POR QUÊ NÓS CRISTÃOS NÃO GUARDAMOS A LEI?
1o – A lei de Moisés foi dada aos filhos de Israel (Êx.19,3,6). Nós, cristãos gentios, não somos filhos da nação Israel.
2o – Jesus cumpriu a lei cerimonial. Tal cumprimento significa não apenas sua obediência, mas a satisfação das exigências da lei cerimonial através da obra de Cristo.
Precisamos entender que os mandamentos da lei mosaica se dividem em vários tipos. Vamos, basicamente, dividi-los em mandamentos morais, civis e cerimoniais:
Os mandamentos morais dizem respeito ao tratamento para com o próximo: Não matarás; Não adulterarás; Não furtarás, etc. Tais ordenanças estão vinculadas à palavra amor.
Os mandamentos civis são aqueles que regulamentavam a vida social do israelita. São regras diversas que se aplicam às relações da sociedade. Um bom exemplo é o regulamento da escravidão.
Os mandamentos cerimoniais são aqueles que se referem estritamente às questões religiosas. São as ordenanças que descrevem os rituais judaicos.
A classificação de um mandamento dentro desses tipos nem sempre é fácil. Algumas vezes, uma lei pode pertencer a dois desses grupos ao mesmo tempo, já que a questão religiosa está por trás de tudo. A sociedade israelita era essencialmente religiosa. O Estado e o sacerdócio nem sempre se encontravam separados. Contudo, tal proposta de classificação já serve para o nosso objetivo.
A lei moral se resume no amor a Deus e ao próximo, como é dito em Gálatas 5.14 “Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber: Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.Os princípios morais permanecem válidos no Novo Testamento. Hoje, não matamos o próximo, mas não por causa da lei de Moisés e sim por causa da lei de Cristo (Gálatas 6.2) “Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo” à qual os gálatas deviam obedecer. A lei de Cristo é a lei do amor a Deus e ao próximo.
As leis civis do povo de Israel não se aplicam a nós. Além dos motivos já expostos, nossas circunstâncias são bastante diferentes e temos nossas próprias leis civis para observar. O cristão deve obedecer as leis estabelecidas pelas autoridades humanas enquanto essas leis não estiverem ordenando transgressão da vontade de Deus (Rm.13.1) “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas”.
As leis cerimoniais judaicas foram abolidas por Cristo na cruz (o significado de cada uma delas se cumpriu em Cristo). Por esse motivo, mesmo os judeus que se convertem hoje ao cristianismo estão dispensados da lei cerimonial judaica. Por isso, não fazemos sacrifícios de animais, não guardamos o sábado, não celebramos as festas judaicas, etc.
Se alguém quiser observar algum costume judaico, isso não constituirá problema, desde que a pessoa não veja nisso uma condição para a salvação e nem prometa através destas coisas tornar alguém mais espiritual. (Rm 14.-8)
“1 Acolhei ao que é débil na fé, não, porém, para discutir opiniões.
2 Um crê que de tudo pode comer, mas o débil come legumes;
3 quem come não despreze o que não come; e o que não come não julgue o que come, porque Deus o acolheu.
4 Quem és tu que julgas o servo alheio? Para o seu próprio senhor está em pé ou cai; mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster.
5 Um faz diferença entre dia e dia; outro julga iguais todos os dias. Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente.
6 Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz; e quem come para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus.
7 Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si.
8 Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois, vivamos ou morramos, somos do Senhor ”.
O problema é justamente a conotação dada a essas festas e aos costumes judaicos por pessoas de movimentos judaizantes. Por exemplo, dizem que se não celebrarmos as festas estaremos sendo devedores ao Senhor e que celebrar seria repreender o “espírito de Roma” da Igreja, que o Evangelho estaria de volta a Jerusalém, etc.
Celebrar uma festa judaica na igreja como representação simbólica do período vetero-testamentário nada tem de mais, no entanto, colocar isso como obediência de mandamento é certamente abandonar a graça de Deus e voltar a Lei.
Já há gente se vestindo de pano de saco e banhando-se de cinzas para mostrar arrependimento. Em certos ambientes, para se aproximar do púlpito é preciso que os crentes tirem os calçados, pois estariam pisando em “lugar santo”. Com isso, a obra de Cristo estará sendo colocada em segundo plano, como algo incompleto e insuficiente, como fica claro em Gálatas 5.4-6 “De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes. 5 Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. 6 Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor”.
Além de tudo isso, é bom que citemos as palavras de Paulo: "..não estais debaixo da lei mas debaixo da graça." (Rm.6.14).
O Pastor Isaltino Gomes Coelho Filho escreveu o seguinte sobre a rejudaização da Igreja:
A rejudaização do evangelho tem um lado comercial e outro teológico. O comercial se vê nas propagandas para visita à "Terra Santa". O judaísmo girava ao redor de três grandes verdades: um povo, uma terra e um Deus. No cristianismo há um povo, mas não mais como etnia. A Igreja é o novo povo de Deus, herdeira e sucessora de Israel, composta de "homens de toda tribo, e língua e povo e nação" (Ap 5.9). Há também um Deus, que se revelou em Jesus Cristo, sua palavra final (Hb 1.1-2). Mas não há uma terra santa. No cristianismo não há lugares e objetos santos. O prédio onde a Igreja se reúne e que alguns chamam, na linguagem do Antigo Testamento, de "santuário", não é santuário nem morada de Deus. É salão de cultos. O Eterno não mora em prédios, mas em pessoas. Elas são o santuário (At 17.24, 1Co 3.16, 6.19 e Hb 3.6). Deus não está mais perto de alguém em Jerusalém que na floresta amazônica, nos condomínios, favelas e cortiços das grandes cidades. No cristianismo, santo não é o lugar. São as pessoas. Não é o chão. É o crente. E Deus pode ser encontrado em qualquer lugar. Não temos terra santa, e sim gente santa.
A propaganda gera uma teologia defeituosa. Pessoas vão à Israel para se batizar nas águas onde Jesus se batizou. Ora, o batismo é único, singular e sem repetição. Ele segue a conversão e mostra o engajamento da pessoa no propósito eterno de Deus. Uma pessoa que foi batizada, após conversão e profissão de fé, numa igreja bíblica, não se batiza no rio Jordão. Apenas toma um banho. E, sem o sentido filosófico do ser e do vir a ser de Heráclito, aquele não é o Jordão onde Jesus foi batizado porque as águas são outras. As moléculas de hidrogênio e oxigênio que compunham aquele Jordão podem estar hoje em alguma nuvem. Ou na bacia amazônica. Ou no mar. Até no Tietê. É mero sentimentalismo e não identificação com Jesus. É lamentável que pastores conservadores em teologia "batizem" crentes já batizados no Jordão. Isto é vulgarizar o batismo, tirando seu valor teológico.
Não sou contra turismo. Faça-o quem puder e regozije-se com a oportunidade. Sou contra o entortamento da teologia como apelo turístico. Temos visto pastores com sal do mar Morto, azeite do monte das Oliveiras (há alguma usina de beneficiamento de azeitonas lá?) e até crucifixos feitos da cruz de Jesus (pastores evangélicos, sim!). Há um fetichismo com terra santa, areia santa, água santa, sal santo, folha de oliveira santa, etc. No cristianismo as pessoas são santas, mas as coisas não. A rejudaização caminha paralelamente com a superstição e feitiçaria. É parente da paganização. Não estou tecendo uma colcha de retalhos. Tudo isto é produto de uma hermenêutica defeituosa, que não compreende as distinções entre os dois Testamentos, os critérios diferentes para interpretá-los, a pompa e liturgia do judaísmo em contraposição à desburocratização do cristianismo e que a palavra final de Deus foi dada em Jesus Cristo. É o NT que interpreta o AT e não o AT que interpreta o NT.
Um outro fator abordado pelo pastor Isaltino é a tal “restauração do sacerdócio”. O pastor visto como um intermediário da relação do homem com Deus. Sabemos que no NT o sacerdócio universal do crente fica claro, nem um filho de Deus precisa de sacerdotes humanos para ter acesso ao Pai. Temos a Cristo como o nosso Mediador:
Entretanto, a incidência do uso do termo "leigo" para os não consagrados aos ministérios é reveladora. Todos nós somos ministros, pois todos somos servos. E todos somos leigos, porque todos somos povo (é este o sentido da palavra "leigo", alguém do povo). Não temos clero nem laicato. Somos todos ministros e somos todos povo. Mas cada vez mais as bases ministeriais são buscadas no Antigo Testamento e não no Novo. Usamos os termos do Novo com a conotação do Antigo. O pastor do NT passa a ter a conotação do sacerdote do AT. É o "ungido", detentor de uma relação especial com Deus que os outros não têm. Só ele pode realizar certos atos litúrgicos, como o sacerdote do AT. Por exemplo, batismo e ceia só podem ser celebrados por ele. Assumimos isto como postura, mas não é uma exigência bíblica. Na batalha espiritual isto é mais forte. Os pastores tornam a igreja dependente deles. Só eles têm a oração poderosa, a corrente de libertação só pode ser feita por eles e na igreja, só eles quebram as maldições, etc.
O sentido teológico do sacerdote hebreu parece permear fortemente o sentido teológico do pastor neotestamentário na visão destas pessoas. Este conceito convém ao pastor que prefere ser chamado de “líder”. Ele se torna um homem acima dos outros, incontestável, líder que deve ser acatado. Tem uma autoridade espiritual que os outros não tem. O Antigo Testamento elitiza a liderança. O Novo Testamento democratiza. Para os líderes destes movimentos, o Novo Testamento, a mensagem da graça e a eclesiologia despida de objetos, palavras e gestual sagrados não são interessantes. Assim, eles se refugiam no AT. Por isso há igrejas evangélicas com castiçais de sete braços e estrelas de Davi no lugar da cruz, bandeira de Israel, guardando festas judaicas, e até incensários em seus salões de cultos. Há evangélicos que parecem frustrados por não serem judeus. A liturgia pomposa do judaísmo é mais atraente e permite mais manobra ao líder que se põe acima dos outros. Concluindo, a atração pelo poder é maio dor que o desejo de servir.

A RESPOSTA DE PAULO AOS JUDAIZANTES DA GALÁCIA:
A perniciosidade da influência judaica na Galácia estava no fato de atentar contra a essência do evangelho. Os judeus queriam acrescentar a circuncisão como condição para a salvação. Se assim fosse, o cristianismo seria apenas mais uma seita do judaísmo. Então, Paulo vem reforçar o ensino de que a salvação ocorre pela fé na suficiência da obra de Cristo. Para se conhecer a suficiência é preciso que se entenda o significado. Em sua exposição, Paulo toma Abraão como exemplo, assim como fez na epístola aos Romanos, afirmando que o patriarca foi justificado pela fé e não por obediência à lei. Tal exemplo era de grande peso para o judeu que lesse a epístola. Na seqüência, o apóstolo expõe diversos aspectos da obra de Cristo e do Espírito Santo na vida do salvo sem as imposições da lei.

COMPARAÇÃO ENTRE CARACTERÍSTICAS E EFEITOS DA LEI E DA GRAÇA
A lei mosaica se concentrava em questões visíveis, embora não fosse omissa com relação ao espiritual. Os pecados ali proibidos eram, principalmente, físicos. Assim também, a adoração era bastante prática. Seus preceitos determinavam o local, a postura, a roupa, o tempo apropriado, etc. No Novo Testamento, Jesus vem transferir a ênfase para o espiritual, embora não seja omisso em relação ao físico. Ao falar com a mulher samaritana, Jesus observa que ela estava muito preocupada com os aspectos exteriores da adoração a Deus. Isso era característica da ênfase do Velho Testamento. Jesus lhe disse: "A hora vem e agora é em que os verdadeiros adoradores adorarão ao Pai em espírito e em verdade” (João 4.23). Vemos nisso a ênfase do Novo Testamento: que é espiritual.

Contrastes entre a Lei e a Graça

LEI / MOISÉS
Mostra o pecado

Enfatiza a carne
Traz prisão e morte
Infância
Traz maldição
GRAÇA / JESUS / CRUZ
Perdoa o pecado
Enfatiza o espírito
Traz libertação e vida
Maturidade
Leva a maldição
Aponta pra Cristo
Conduz ao Pai
PRESERVAÇÃO DA LIBERDADE
Paulo admoestou os gálatas para que se lembrassem do significado da obra de Cristo, a qual teve o objetivo de libertá-los. Agora que eram livres, não deveriam voltar ao domínio da lei.
Voltar à lei é negar a graça e perder os seus efeitos, ele mostra isso enfaticamente no Capítulo 5. É renunciar aos direitos de filho e voltar a viver como servo (Sara e Hagar). É renunciar à liberdade cristã, a qual foi comprada pelo precioso sangue do nosso Senhor. A história de Israel foi uma seqüência de cativeiros e libertações. Não podemos permitir que a nossa vida seja assim.
Os judaizantes estavam querendo impor a marca da circuncisão como se esta fosse um valor cristão. Entretanto, Paulo conduz os gálatas a um exame mais profundo da questão. O sinal exterior tem valor quando corresponde à condição interior. Como disse aos Romanos, "a circuncisão é proveitosa se tu guardares a lei" (Rm 2.25). Então, o que seria evidência fiel do interior humano? As obras da carne e o fruto do espírito. São marcas do caráter e se revelam nas ações. Estas são as marcas mais importantes na vida de um ser humano. Entretanto, se os judaizantes faziam mesmo questão de marcas físicas, Paulo possuía as "marcas de Jesus", sinais de todo o seu sofrimento pela causa do Evangelho “Quanto ao mais, ninguém me moleste; porque eu trago no corpo as marcas de Jesus” (Gálatas 6.17).
O mesmo Paulo, escrevendo aos irmãos em Colossenses 2:16-17, diz: “Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir; porém o corpo é de Cristo”.
Cristo é a Luz do mundo, quem está em Cristo não anda em trevas. Por que então voltarmos às sombras? É isso que Paulo deixou claro. Portanto, fica evidente o quanto é descabida a idéia de introduzir costumes dos judeus nas atividades cristãs como cumprimento de mandamento, promessas de nova unção e coisas desse tipo.
Deus estabeleceu uma Nova Aliança em Cristo, pois na primeira os homens se apegaram muito mais aos rituais e aos símbolos do que ao significado dos mesmos. Passaram a viver uma religiosidade vazia e já no período do Antigo Testamento, o Senhor mostrava a sua tristeza com relação a isso: Isaías 1:13-14 “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene. As vossas Festas da Lua Nova e as vossas solenidades, a minha alma as aborrece; já me são pesadas; estou cansado de as sofrer”.
Usam mal Mateus 5:17, em que Jesus diz: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir”.
A palavra cumprir utilizada aqui vem do grego plérõsai, que significa “encher”, “completar”. Jesus não veio revogar ou destruir nenhuma palavra que Deus ensinara aos fiéis do passado no AT. Veio cumprir plenamente o propósito de Deus revelado no AT dando à Lei e aos Profetas aquilo que faltava: o Espírito Santo para interpretá-lo e o poder para pô-lo em prática, pela sua obra salvadora.
Cristo representa o fim do legalismo de se tentar cumprir a Lei, como está escrito em Romanos 10:3-4 “Porquanto, desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à que vem de Deus. Porque o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê”.


Cristo tirou o véu que encobria a Antiga Aliança. Ele revelou o “espírito” da Lei tornando-se carne. Cumpriu fielmente todas as ordenanças impostas pela Lei, dando a verdadeira interpretação a elas.
Ainda que Lei ordenasse o apedrejamento de adúlteras, Cristo perdoou uma mulher apanhada em adultério. Ainda que a Lei designasse o afastamento dos considerados “puros’ dos leprosos, Cristo se aproximada deles, os tocava e os curava”.
Cristo trouxe luz sobre o que eram sombras. Por que, então, voltar à escuridão do legalismo judaico?
Paulo resume esse comportamento da seguinte forma: “Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido”. (2 Coríntios 3:14 ).

Com auxílio de textos do Pastor Isaltino Gomes Coelho Filho, Anísio Renato de Andrade e Natanael Rinaldi e site dos judeus messiânicos.

http://despertardagraca.blogspot.com/2011/02/os-cristaos-judaizantes-de-hoje.html

domingo, 9 de outubro de 2011

ADHONEP, Morris Cerullo e ecumenismo



Já é tarde, a hora já passou, o leite foi derramado, mas não custa nada lembrar que uma das entidades que apresentou Morris Cerullo ao Brasil, como o próprio Malafaia faz questão de dizer, foi a ADHONEP - Associação de Homens de Negócio do Evangelho Pleno. Na sua megastore, por exemplo, está à venda o DVD da "preleção" de Cerullo no congresso de 2003, com a seguinte descrição:

A credibilidade do Dr. Morris Cerullo para o ensino espiritual é em si mesma notável. Trata-se de um momento único na história das Convenções. Prepare-se para mergulhar nas Escrituras e receba poder para viver na dimensão vitoriosa da provisão total e do suprimento contínuo em todas as áreas – as Convenções da Adhonep estão entre os maiores eventos do Brasil. E a partir de agora, as sensacionais imagens e os detalhes desses momentos históricos chegam até você através desta edição especial. Um projeto espetacular, com ministrações inesquecíveis, preparado com exclusividade para todos aqueles que apreciam os eventos e as grandes programações da Associação de Homens de Negócio.

É no mínimo curioso que entidades até certo ponto amorfas como a ADHONEP consigam reunir tanta gente das mais variadas denominações evangélicas com o fim de juntar homens de negócios numa espécie de Rotary Club espiritual para trocar cartões, ao mesmo tempo em que promove uma série de heresias e desvios doutrinários que terminam sendo absorvidos indiscriminadamente por muitos líderes, que os implantam nas suas igrejas. Mais interessante ainda é ver que a maioria dessas igrejas declara uma aversão a qualquer diálogo ecumênico, quando - na prática - adota o ecumenismo mais desenfreado com todas as influências místicas e pagãs sem qualquer filtro bíblico. Acho legítimo que pessoas com afinidades religiosas se reunam para promover o bem comum sem esquecer da coletividade que professa outra fé (ou mesmo a ausência dela), mas no fundo, instituições como a ADHONEP estão sendo usadas para propagar os ensinos místicos de figuras exóticas como Morris Cerullo, alguém que, para eles, têm uma "notável credibilidade". Bons tempos aqueles em que os crentes devotavam sua credibilidade apenas a Deus...



http://www.genizahvirtual.com/

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A VERDADEIRA PROSPERIDADE CRISTÃ.


Prosperidade cristã é fundamentada em três princípios:

1) responsabilidade social: é preciso que a Igreja produza cristãos com uma fé cidadã, ou seja, uma fé que responda às necessidades dos seres humanos no mundo, uma fé que enxergue a fome, a pobreza, a destruição da vida pelas guerras, que reconheça a destruição do planeta e que tenha, acima de tudo, o compromisso com a vida, a vida em abundância que Cristo prometeu, não produzida para a vaidade, mas sim na essência do Evangelho, que é o amor ao próximo, e isso vem totalmente contrário à teologia da prosperidade, pois nela a verdadeira essência está no Eu, produzido na cegueira e na busca desenfreada dos tesouros deste mundo;
2) responsabilidade com o Reino de Deus: essa responsabilidade é de todos aqueles que reconhecem no mundo seu verdadeiro papel como membros de uma Igreja, que deve responder ao clamor do mundo em suas necessidades essenciais, que são salvação, libertação do pecado e transformação do caráter de todo aquele e aquela que se coloca diante de Deus, e tem sua vida transformada de dentro para fora, através do Evangelho de Cristo Jesus. Essa transformação não é para os deleites, mas sim para que o Reino de Deus seja estendido ao mundo, provocando nele transformações de vidas. Esse é o papel dos políticos, dos professores, dos líderes, ou seja, de cada cristão: ser sal e luz para o mundo que caminha em trevas;
3) responsabilidade com a verdadeira missão da Igreja: amar os seres humanos como Deus nos amou, pois o texto áureo da Bíblia nos diz que Deus amou o mundo de tal maneira, que enviou Seu Filho para que o que Nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Essa é a mensagem central do verdadeiro Evangelho de Cristo, e essa é a boa-nova da Igreja para o mundo.
E essa é nossa bandeira, é a nossa teologia, que prega a soberania de Deus, contrária e acima de toda vontade humana. Podemos ser chamados de “filhos do diabo” ou até mesmo de “fariseus”, como já fomos chamados por uma multidão na Marcha para Jesus de 2010, mas temos a consciência de que lutamos contra a realidade do mundo, pois lutamos pela liberdade moral, pois não somos escravos do pecado e nem escravos das leis humanas.
Sabemos que incomodamos, mas incomodamos pois não somos levados por qualquer vento de doutrina. Não nos deixamos sucumbir pelas vaidades do mundo, pelos tesouros dessa terra, motivados por ouro e prata desse mundo. Não nos deixamos influenciar por jatinhos, carros importados, roupas de grife, mansões e toda a pompa que os tesouros desse mundo podem dar. Somos proclamadores da Igreja invisível de Cristo Jesus, que está além dos tesouros dessa terra.
Somos a voz que clama no deserto, que clama alto “raça de víboras, arrependei-vos, pois vos é chegado o Reino dos céus”. Essa é a mensagem de todos e todas que crêem no Evangelho puro e simples.
Realmente, eu creio que o Justo Juiz julgará a todos, e é nisso que meu coração crê, que muito em breve, todos e todas daremos conta de cada palavra.
“… onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” – 2 Co 3.17




Paulo Siqueira http://pedrasclamam.wordpress.com/

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Ai dos Pastores que Destroem e Dispersam




Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o SENHOR.
“Portanto assim diz o SENHOR Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes; eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o SENHOR”.
JEREMIAS
Jeremias um profeta de chorão mais tambem muito usado por Deus e homem de oração que misturou oração com lagrimas uma forma maravilhosa para quem está afim de intimidade com Deus Jeremias teve vários problemas teve vários problemas com o Povo daquela época mais o principal motivo dos seus problemas era, os lideres, pastores , profetas e sacerdotes que começaram a adorar Baal eles faziam cultos deixando Deus de lado em Jeremias 2:8 vemos que os lideres são o principal problema não tendo mais proveito para Deus
“Os sacerdotes não disseram: Onde está o SENHOR? E os que tratavam da lei não me conheciam, e os pastores prevaricavam contra mim, e os profetas profetizavam por Baal, e andaram após o que é de nenhum proveito”.
E hoje ? Será que temos pastores e lideres de igrejas que estão fazendo como os lideres de antes ? O que fazer para sabermos se nossa igreja está no rumo certo sendo proveitoso para Deus ? Será que nossos lideres estão firmados na Palavra de Deus ? Qual o limite rebeldia ?
Muitos lideres quando tem uma ovelha que começa a falar de coisas que estão erradas nas condutas espirituais e pessoais são chamados de bagunçeiros , falsos crentes , Filho do capeta e etc, sendo logo calado e até banido do corpo de Cristo mais a biblia é cheio de lideres que não vivem o que falavam e o seu jeito errado levavá o povo de Deus para o cativeiro e hoje ? Será que estamos firmados no evangelho verdadeiro ? Será que nossos pastores e lideres recebem uma palavra de correção com a mesma alegria que corrige as suas ovelhas e imputam castigos , hoje venho como Jeremias no tempo moderno para dizer , Ai dos pastores que destroem e despeçam quando falo isso lembro logo de Paulo que em uma das cartas mandou uma igreja orar para a alma porque o corpo já estavá no inferno e depois veio vem a sua carne um espinho que muitos achavam que era uma pessoa. Qual o valor de uma alma para Deus será que os pastores estão dando o devido valor a uma ovelha ?
Quantos reis Sauls temos hoje nas igrejas ?
Irmãos que passam horas orando parar ser fiéis e santos para o Senhor Jesus temos que abrir os olhos espirituais para mais um levante de Satanás, lideres de igreja que não dão o devido valor para suas ovelhas acham que elas não são importantes muitas vezes levando e sim eles muitas vezes levando por soberba e prepotência acham que Deus aprova tudo oque eles fazem não tem nada de errado só olham para si próprio e não notam que não estão mais dando frutos viraram uma arvore grande mais com o tempo tambem doentes muitas vezes estão cheios de folhas verdes e até brotam alguns brotos de flor como se fossem dar muitos frutos mais logo cai os brotos e ficam poucos frutos nessa arvore porque não tem mais nutrientes para alimentar toda a Igreja e não ligam quando uma fruta morre, pastores que o seu ministério chegou a um tamanho que não tem como cuidar e delegam poder para outras pessoas incapacitadas espiritualmente fracas soberbas sem conhecimento da palavra preocupados com sua posição na igreja e na sociedade sem temor de Deus cheios de si mesmos , inúteis onde famílias inteiras são jogadas fora ou quando não ministérios morrem porque os seus pastores não vigiaram e ficaram inúteis para Deus.
Mais falta de Deus porque ? Isáias 56 9.11
“Vós, todos os animais do campo, todos os animais dos bosques, vinde comer.
Todos os seus atalaias são cegos, nada sabem; todos são cães mudos, não podem ladrar; andam adormecidos, estão deitados, e gostam do sono.
E estes cães são gulosos, não se podem fartar; e eles são pastores que nada compreendem; todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte”.
Será que a ganancia dos pastores não seria um dos motivos para essa morte espiritual e esse comercio da Fé ao qual estamos nos deparando hoje em Dia ? O homem morrer ministerios ou uma pessoa já que uma alma para Deus vale muito a biblia nos mostra vários problemas que na maioria das vezes os lideres deixam de Servir a Deus para começar a servir a si mesmo Satanás tem atacado estes lideres e vencido porque são muito fracos e estão presunção e vazio do espirito santo de Deus movido as vezes por profecias e profetas falsos, profetizando para si mesmo Ezequiel 13 : 3
“Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos profetas loucos, que seguem o seu próprio espírito e que nada viram!”.
Alguns lideres acham que a unção recebida da direito a destruir vidas e jogar almas e famílias no inferno espalham o rebanho do senhor acabam com vidas destroem sonhos um dia Deus todo poderoso vai cobrar desses lideres as suas ações e as vidas no qual eles jogaram fora estes pastores jogam fora , por não ter amor , está semana eu ouvi de um pastor “Comigo é assim não quero crente mais ou menos quero crente puro fogo ou vai embora”. Mais será que este pastor é puro fogo ? É puro amor ? Será que este pastor é pura dedicação a obra do senhor com zelo ?
Deus veio para os crentes puro fogo? Ou veio para os pecadores , para os doentes para os aflingidos , para os que estão no mundo ? Este tipo de atitude deste pastor joga fora pessoas que por um motivo ou outro são fracos na Fé mais onde podemos consertar nossos erros e ficarmos como o pastor falou “Puro fogo” na rua , nos bares , na prostituição , no pecado ou na casa do Senhor aonde o Espirito Santo abita aonde a palavra é pregada e aonde a biblia diz que “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” Paulo disse “Aquele que não tem pecado é um mentiroso”
Logo me vem vários pensamentos primeiro esse pastor não tem pecado? Ele não peca ? Segundo pensamento oque seria um crente puro fogo ??
Nossas igrejas vivem cheias de meninices mundanismo barato coisas que não modificam a ninguém , um cai outra roda outro dança outros perdem totalmente sua Consciência e outros caem com o palitó mais o que eu sempre noto é que essas coisas não tem utilidade nenhuma para Deus e nem para o Espirito Santo que Paulo nos diz que tem que ter utilidade, muito pelo ao contrario esses crentes puro fogo que fazem essas palhaçadas ou essa mistura de pentecostalismo com culto Afro-brasileiro “Macumba” ao escandalo e a vergonha do evangelho genuino , puro sem meninices com vidas sendo restauradas com pessoas sendo curadas com profecias fundamentadas com ação de graça mais não, ultimamente tenho visto pastores com poderes só vistos em desenhos animados como Dragon ball z , Kame hame há , Raios , tecnica de epnose em grupos , charlatanismo e posseção demoniaca porque eu creio que Satanás atua na mente desses pastores e lideres se nós olhar mos esses ditos crentes puro fogo ou canela de fogo ou Retetés ou Repleplés alem de não edificar a Igreja envergonhar quem realmente quer servir a Deus fazem contra si próprio um pecado que não tem perdão que é contra o Espirito Santo de Deus são normalmente crentes vazios de conhecimento da palavra mais o que me deixa mais preocupado é que os lideres e pastores que deviam estar orientando, ensinando e exortando esses crentes são os primeiros a incentivar essas praticas Demoniacas sem fundamento ou base biblica , Segunda carta de Paulo, a Timóteo

“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;
E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.
Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério”.
Paulo tambem fala em Corintios que o espirito de profecia é sujeito ao profeta não existe possessão do Espirito Santo , o nosso Deus não é Deus de bagunça as coisas do senhor tem que ser feitos com Ordem e descência , Ai daquele que faz a obra do senhor relaxadamente, irmãos não somos como aparelho que ligamos na ora do culto e quando saímos desligamos mais a pessoa que faz isso é culpada ou os lideres que não ensinam que devemos estar o tempo todo cheio do Espirito Santo tem a sua parcela de culpa tambem hoje em dia se prega muito sobre dizimo se fala muito de avivamento espiritual mais sem o conhecimento da palavra de Deus não poderemos atingir a graça do senhor porque o nosso Deus é um Deus zeloso e muito desses lideres deixando das suas ovelhas sem orientação espiritual fazem essas pessoas errarem e voltar para o Pecado e muitas são mortas
Jeremias 50 6-7
“Ovelhas perdidas têm sido o meu povo, os seus pastores as fizeram errar, para os montes as desviaram; de monte para outeiro andaram, esqueceram-se do lugar do seu repouso.
Todos os que as achavam as devoravam, e os seus adversários diziam: Culpa nenhuma teremos; porque pecaram contra o SENHOR, a morada da justiça, sim, o SENHOR, a esperança de seus pais”.
Pastores e lideres que não cuidam das ovelhas doentes , quebradas , desgarradas , perdidas não querem dar remédio para o doente juntar os quebrados ir atrás dos desgarrados e trazer os perdidos acham que Deus já julgou como perdidos e até um versículo é muito usado “É como cão que volta para comer o próprio vomito”.Mais esquecem que em Isáias 53 1-9

“Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do SENHOR?
Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele, para que o desejássemos.
Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.
Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos.
Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.
Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido.
E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca.”.
Morreu na cruz para o mundo e o seu sangue nos livra de todo pecado Deus não ama o pecado mais ama o pecador Ezequiel 34 2-4

“E veio a mim a palavra do SENHOR, dizendo:
Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza, e dize aos pastores: Assim diz o Senhor DEUS: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar as ovelhas?
Comeis a gordura, e vos vestis da lã; matais o cevado; mas não apascentais as ovelhas.
As fracas não fortalecestes, e a doente não curastes, e a quebrada não ligastes, e a desgarrada não tornastes a trazer, e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza”.

Hoje estamos cheios de pastores e lideres que se vestem e comem do melhor andam de carro do ano e não acham que estejam errados não se trabalhassem para adiquirir o seus próprios bens mais usam do dinheiro da lã da carne da gordura do pelo do osso da alma da ovelha e quando essa ovelha erra ou peca são tratados com o mais duro rigor.
Temos que saber que as nossas tribulações é para nos levantar como consoladores, Deus nos faz consoladores porque assim como sofremos em Cristo se manifesta em grande medida em nosso favor... 2 Corintios 1 4-5Não sofremos para si próprio mais tambem para ajudar os outros porque o seu sofrimento e provação produz perseverança Romanos 5 :3 e compaixão nós podemos assim ajudar e muito as pessoas que estão em pecado ajuntando confortando dando remédio juntando os quebrados buscando os perdidos e não espalhando oque já estão na casa do Senhor e nem os destruindo mais tratando como corpo machucado que foi usado e maltratado por Satanás.
Irmãos em Cristo devemos saber que a biblia está cheia de pastores e lideres que erraram e hoje não é muito diferente e levam com eles varias almas mais temos que ter muito cuidado e zelo amor , carinho com os fracos na fé , os doentes , os quebrados , os desgarrados suportando as suas fraquezas e as suas doenças espirituais o forte tem que suportar o fraco ajudando em oração e edificando na palavra de Deus .

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

PERGUNTAR NÃO OFENDE!




Quais são as igrejas que mantém mais missionários no Brasil(sertão nordestino/pequenas localidades/norte/centro-oeste) e no exterior nas terras mais longíquas???
São as igrejas que sempre cumpriram o ide e não estão no G12/M12 ou são as igrejas do G12/M12???
Será que o IDE significa IR pescar no aquário de outras denominações, pois os gedozistas vivem convidando crentes de outras denominações para ir ao encontro.
Quais as agências missionárias pertencentes a igrejas G12/M12?

Portanto, IDE, ensinais as NAÇÕES...
IDE por todo o MUNDO

Vocês acham que o G12/M12 podem cumprir o Ide de Jesus????

Para quem conhece a vida pregressa do G12, o que ele é, como funciona e o que pretende, a resposta é, indiscutivelmente, não. É sempre bom lembrar que G12 é uma seita herética. Não é mera estratégia ou método para ganhar almas. Há de se lembrar que é a Igreja, Corpo de Cristo, que cumpre e cumprirá essa missão. Ainda que não o faça agradando e satisfazendo a visão, missão e ganância pessoais de “apóstolos ou paipóstolos apaixonados”, mas cumprirá a seu modo, conforme a vocação com que foi chamada, correndo com paciência a carreira que lhe está proposta – Hebreus 12.1-3. O G12, quando iniciou dizia, sem ressalva, que a Igreja estava morta. Surgia a igreja celular!... Depois de seis anos, divisões e mais divisões; desavença questionável e inexplicável entre os pais do movimento César Castellanos e René Terra Nova; escândalos aqui, ali e alhures. E daí!?

“Será que o IDE significa IR pescar no aquário de outras denominações, pois os gedozistas vivem convidando crentes de outras denominações para ir ao encontro.
Quais as agências missionárias pertencentes a igrejas G12?”

Estas perguntas são ótimas! Há seis anos que me posiciono contra G12, e uma das partes que questiono é esta: ele não ganha almas, ele pesca nos aquários dos outros. Já fiz um desafio neste site, não me responderam: quero que me mostrem uma só igreja cujos gedozistas agregados nela não já tenha sido, em sua maioria, de igrejas evangélicas!... Inclusive os que postam aqui, defendendo o movimento dizem: eu pertencia à igreja tal e tal...Não consolidam, o negócio deles é fazer lavagem cerebral do pré-encontro às células; não preparam, pelos mesmos motivos; não enviam. Mostre quais os missionários enviados para os lugares mais pobres da Colômbia, do Brasil e do Mundo? Ou mais ricos? Mesmo pescando “peixes grandes” e “maduros” nos aquários alheios?

Os líderes: apóstolos, pastores, pastoras, cantores, cantoras usam termos genéricos como ganhar as nações; conquistar as nações. Usam isso nos seus discursos e em suas músicas. Tudo isso dizem para impressionar. Na prática, não é nada disso.

Repito as minhas primeiras palavras deste texto: ‘para quem conhece a vida pregressa do G12, o que ele é, como funciona e o que pretende a resposta é, indiscutivelmente, não.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Celulites na Noiva de Cristo



Recebi recentemente um e-mail de alguém descontente com o modelo celular implantado em sua igreja. Por achar pertinentes as questões por ele levantadas, resolvi usá-lo em um artigo sobre o tema. Ei-lo abaixo:
Há algum tempo tenho andado triste com algumas coisas que têm acontecido em minha congregação. O trabalho lá é celular e, como tal, a meta é que sejam formados e enviados mais e mais líderes de células. Porém, o meu entendimento é de que alguém que lidera uma célula é, na prática, um pastor, pois tem que cuidar, de e discipular pessoas - e isso, no meu entendimento, é um dom do Espírito. Tenho a certeza absoluta de que não tenho chamado para a vocação pastoral, por isso nunca me prontifiquei e nem quero ocupar tal cargo na igreja, porque o que gosto de fazer é ensinar. Sendo assim, por não me prontificar a fazer o que a liderança considera aquilo que todos têm que fazer, fui posto de lado (acho que sou considerado algum tipo de rebelde, pois por muitas vezes contestei esse ponto de vista com a liderança, o que percebo deixar meu pastor aborrecido). Até aí tudo bem, pois não sou obrigado a fazer aquilo que não me sinto bem em realizar. A gota d'água ocorreu ontem, quando fui questionar meu pastor a respeito de uma decisão tomada pela liderança da igreja: a partir deste ano, não mais teremos os cultos matutinos, pois antes havia a escola bíblica seguida do culto. Esta escola bíblica (chamada de ESCOLA DE DISCÍPULOS) consiste na ministração de três apostilas durante todo o ano, as quais já estudei. Espera-se que, nos anos subsequentes, haja novos estudos que abordem novos pontos para nossa edificação espiritual. Mas, nos anos seguintes são ministradas as mesmas apostilas, com os mesmos estudos. Então comuniquei a ele que quero e preciso me alimentar mais da Palavra (nos cultos da manhã, pelo menos, eram pregadas mensagens de edificação para igreja; agora nem mais isso) e que vou passar a frequentar a EBD de alguma congregação de minha cidade, e a sua resposta foi que eu preciso entrar na "visão", porém sou livre para fazer o que eu quiser e para frequentar a EBD que eu bem entender. Hoje em dia, o argumento mais utilizado para desestimular aquele que deseja aprofundar-se no estudo da Palavra é o de que "a letra mata". Meu irmão, desculpe-me a expressão, mas estou de saco cheio disso, desestimulado até em continuar ali. Será que é algum crime o querer conhecer as Escrituras, o buscar o entendimento na Palavra daquilo que o Senhor Deus quer para a minha vida? Será que sou algum rebelde em não concordar com alguns pontos dessa "visão que Deus deu para o ministério"? Amado, desculpe o desabafo, mas preciso de uma palavra.


Acredito que a formação de pequenos grupos pode ser salutar para toda a congregação. Apesar da Bíblia referir-se a cada um de nós como membros do Corpo de Cristo, e não como células. E no caso, chama-se “célula” o pequeno grupo, e não o indivíduo em si. Ora, se o grupo é uma célula, o indivíduo é o que? Uma molécula? rs


Bricandeiras à parte, tenho visto o grande estrago que tem sido feito em muitas igrejas por conta de uma aplicação errônea dessa ‘visão’. Se o objetivo fosse tão somente de comunhão, ou mesmo, evangelístico, tudo bem. O problema é que se coloca sobre cada membro da célula a expectativa de tornar-se também líder de seu próprio grupo. E como você mesmo disse, nem todos são chamados para isso. Tal expectativa acaba se tornando numa opressão.


Será que Maria Madalena, que seguia de perto o Mestre, tornou-se líder de doze? Será que cada um dos apóstolos teve que formar seu próprio colégio apostólico com outros doze? Onde está escrito que Paulo liderava um grupo de doze?


Tenho percebido pelo menos dois efeitos colaterais em igrejas que adotaram tal estratégia de crescimento: a produção de células cancerígenas, e de celulites e estrias.


Veja o resto em: http://www.genizahvirtual.com/2011/01/celulites-na-noiva-de-cristo-os-efeitos.html
sim. No G12 é crime conhecer as escrituras, pois se você fizer isso vai começar a questionar, e questionamento é justamente o que a liderança quer evitar. E sim, você é um rebelde. Mas não contra Deus, e sim, contra uma liderança que desejar engordar a noiva de Cristo. Veja bem: se uma pessoa começa a estudar a Bíblia, passa a conhecer realmente a vontade de Deus, ela vai começar a questionar e invalidar as palavras da liderança. Tipo, na Bíblia não afirma que devemos ser todos líderes, nem que o evangelismo deve ser por células, nem teologia da prosperidade, nem medo gospel do mundo, nem que todo líder deve ser obedecido à risca. Então o que você faz? Não abre células, não tem mais medo do diabo e do mundo, não acredita em tudo o que os lideres dizem, não enche os cofres da igreja com ofertas polpudas esperando receber em dobro a começa a ensinar o que a Bíblia fala. E a liderança não quer isso quer?

Por Hermes C. Fernandes

terça-feira, 19 de julho de 2011

De volta ao Evangelho Simples de Cristo.

Manda Quem Quer, Obedece Quem Não Tem Discernimento Bíblico...




Lembro-me quando pela primeira vez entrei em uma comunidade neopentecostal para
freqüentá-la. O primeiro livro recomendado para ler foi: “Autoridade Espiritual” de Watchman Nee – Nee era um servo de Deus, mas exagerou em alguns pontos bíblicos. Ele chegou a dizer que se você desobedecesse ao líder espiritual é como desobedecer ao próprio Deus! - Isso coloca o líder em um pedestal que ele não está. Na ocasião, não suspeitei que estava sendo “doutrinado” como um soldadinho de chumbo.
_Achei que era certo obedecer ao líder religioso cegamente. Qualquer questionamento, mesmo bíblico, seria considerado rebeldia. Até para casar ou ir ao banheiro, você deveria prestar contas ao líder-Pastor, Discipulador, Bispo, Apóstolo e etc. Você ouvia a ameaça: “Se você não concorda com a visão a porta está aberta!”.
_Como resultado desse ensino, o que observei acontecer foi o aparecimento de aberrações anti-bíblicas e extra-bíblicas:


• Infantilização das pessoas (A pessoa não é ela mesma);
• Clonagem e despersonalização (Todo mundo fala e veste igual ao líder);
• Autoritarismo (Arrogância, Tirania e Abuso espiritual);
• Mau uso e distorção bíblica (versículos fora de contexto sem considerar o todo);
• Aparecimento das figuras totêmicas (O líder sagrado e num pedestal);
• Por fim, muitas pessoas feridas e decepcionadas.


_Toda autoridade legítima vem de Deus. Façamos a pergunta óbvia: “Como Deus usa Sua autoridade e poder?” ou melhor “Como o Deus feito carne – Jesus – usou sua autoridade?” “Como ele recomendou que nós fizéssemos? Como ele a exerceu? Encontramos Jesus fazendo abuso dela? Ele esmagou os discípulos? Afora uma repreensão ocasional e severa, ele os tratou com ternura, respeito e deixou que eles fossem eles mesmos sem violar a personalidade deles. Jesus até perguntou aos discípulos:”Mas vós, quem dizeis que eu sou?”(Mat.16:15).Qual o líder que tem coragem de perguntar aos subordinados:”Qual a opinião que vocês têm a meu respeito?”
_Jesus demonstrou sua autoridade humildemente assumindo o papel de servo. “...Então, Jesus, chamando-os, disse: Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. NÃO É ASSIM ENTRE VÓS; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva...”(Mateus.20:25-28.v.t.Romanos.13)
_Paulo mostra em Gálatas.2:11-21 que a VERDADE desconsidera cargo, posição ou título na igreja de Cristo. Paulo confrontou Pedro na cara! Pedro estava agindo com hipocrisia e dissimulação para com a verdade do evangelho. Assim também nós, como bereianos, devemos confrontar todo desvio da verdade que ocorra no meio cristão, sendo biblicamente corretos, não politicamente corretos. Os líderes da igreja estão sob a autoridade de Jesus – o Supremo Pastor – e da Escritura. Sua autoridade delegada não deve jamais ser por coerção, domínio ou manipulação da verdade bíblica(I Pedro.5:1-4).

fonte:blogger Casa de Tomé

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A PRO$PERIDADE DOS APO$TOLOS DE HOJE



Acredita-se que no mundo existam cerca de 10 mil “apóstolos”. Na verdade, nunca se viu tantos apóstolos como neste inicio de século. Em cada canto, em cada esquina, em cada birosca encontramos alguém reivindicando o direito de ser chamado de apóstolo. Junta-se a isso, o fato de que com o surgimento deste tipo de “ministério” surge a reboque o aparecimento de inúmeras heresias. Isto sem falar é claro, na ênfase que estes profeteiros dão ao dinheiro. Veja por exemplo o apóstolo Silvio Ribeiro de Porto Alegre, que usa $ no cinto da calça. (clique na foto para ampliar)

Pois é, sinceramente confesso que eu gostaria de saber porque o “apóstolo” Silvio usa um $ no cinto da calça! Será que é um tipo de decreto espiritual para atrair riquezas e prosperidade? Ou será tipo de “mandinga gospel”?

Fico a pensar como seria se Pedro, Paulo e Tiago e os demais apóstolos vivessem entre os “apóstolos” do século XXI. Possivelmente seriam estigmatizados, desqualificados e repudiados por sua incapacidade em realizar ou decretar atos sobrenaturais de fé, como também confrontados pelos profetas da confissão positiva pelo fato de terem fracassado financeiramente.

Caro amigo, por favor, pare, pense e responda: Por acaso eram os apóstolos ricos? Possuíam eles as riquezas deste mundo? Advogaram o ensino de que todo discipulo de Cristo deve ser rico? Ora, se fosse realmente verdade o que ouvimos e lemos dos bispos, apóstolos, paipostolos e mercadores da fé que Deus quer que os seus filhos tenham sucesso e riquezas, então porque Ele não fez que Jesus nascesse numa família extremamente rica? Porque então Ele não escolheu doze apóstolos milionários, ou pelo menos não lhes conferiu riquezas? Não seria muito mais fácil conquistar o mundo assim?

Prezado leitor, vamos combinar uma coisa? Os apóstolos modernos fundamentam suas doutrinas em pressupostos absolutamente anti-bliblicos. Para justificarem seus gastos pomposos, afirmam que Jesus era rico, que suas roupas eram nobres, que o burrinho usado na entrada de Jerusalém era novo, e que tinha muito dinheiro na bolsa do tesoureiro.

Infelizmente diferentemente dos apóstolos do primeiro século estes falsos profetas gloriam-se de suas megas igrejas, de suas riquezas, sucessos e popularidade. Lamentavelmente essa corja religiosa se comporta como celebridades desfilando por esse “Brasil de meu Deus” com seus carros blindados, cercados de seguranças, pregando um evangelho absolutamente mercantilista.

Pois é meus amados irmãos, dias complicados os nossos! Diante do exposto acredito piamente que os conceitos pregados pelos reformadores precisam ser resgatados e proclamados a quantos pudermos. Sem sombra de dúvidas necessitamos desesperadamente de uma nova reforma, por que caso contrário a vaca vai para o brejo.

Soli Deo Gloria,

Renato Vargens

quarta-feira, 29 de junho de 2011

CARTA DE CRISTO PARA A IGREJA BRASILEIRA.




Aos anjos da igreja do Brasil escreve: Isto diz o Filho de Deus, que tem os olhos como chama de fogo, dos quais tu não podes te esconder.[1]

Conheço as tuas obras; tens nome de que vives, mas estás morto. Te gabas de ser protagonista de um grande avivamento, mas não sabes que estás moribundo. Teu avivamento artificial e sensacionalista não me comove, nem tampouco produz transformação na sociedade onde estás inserido.[2]

Conheço as tuas obras, as tuas estratégias, o teu marketing, e mesmo que te aches quente, na verdade não és frio nem quente. Quem dera fosses frio ou quente! Tua mornidão e apatia já me causam náuseas. Estou a ponto de te vomitar.[3]

Tu te achas rico, por causa de tuas suntuosas catedrais, como se Eu me impressionasse com sua exuberância; te esqueceste que Eu não habito em templos feitos por mãos? [4]

Tu dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta. Mas não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu.[5]

Tua riqueza é fruto de extorsão, de manobras políticas, de sacrifícios dos mais pobres, que caem em suas teias por desconhecerem a minha Palavra. Esqueceste que não quero sacrifícios, e sim misericórdia?[6]

Começaste bem, mas te corrompeste. Deixaste de ser igreja, para ser empresa. Deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te de onde caíste! Arrepende-te, e pratica as primeiras obras. Se não te arrependeres, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, tirarei o teu alvará, e passarás a trabalhar na escuridão e na clandestinidade espiritual.[7]

Tenho contra ti que toleras o espírito do consumismo, e ainda o estimulas com suas correntes de prosperidade. Tenho lhe dado tempo para que te arrependas, mas tu não queres te arrepender.[8]

Tu não te pareces comigo, mas com o mundo. As mãos que tu tens estendido ao Pai em louvor, não têm sido estendidas ao próximo em Amor. Em vez de buscar me conhecer mais, tu preferes conhecer as profundezas de Satanás,[9] ignorando que Eu mesmo o despojei através de minha Cruz. Mas tendes no Brasil algumas pessoas que não contaminaram as suas vestes, nem a sua consciência.[10]

Estas não se venderam aos modismos doutrinários, mas permanecem fiéis, retendo o que receberam. A estas digo: Guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. [11]

Sei que habitas no meio a idolatria, superstições, feitiçarias, contudo, reténs o meu nome, e não negaste a minha fé[12].

O que tendes, retende-o até que eu venha. Ao que vencer, e guardar até o fim as minhas obras, eu lhe darei autoridade sobre as nações, e com Cetro de ferro as regerá, quebrando-as como são quebrados os vasos de oleiro; assim como também recebi autoridade de meu Pai.[13]

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz à igreja brasileira. [14]

Fonte: Hermes Fernandes

sábado, 18 de junho de 2011

MAIS UMA DO RENÊ!





Enquanto pensava que ser aclamado como Patriarca seria finalmente suficiente para o Renê, eis que ele surge com uma nova! E pior!

De fato, dessa vez ele simplesmente contradisse a Jesus, interpretando de sua forma o texto escrito em Is 61.1-3, o qual o próprio Jesus, como está escrito em Lucas 4.17-21, mais especificamente no versículo 21, afirma que se cumpriu em sua própria pessoa.

O papai Renê, baseado nesses textos, disse que 2011 é o tal do Ano Aceitável do Senhor e liberou doze decretos, de modo que “em cada mês do ano, Deus irá destilar um milagre em sua vida”.

Bem, agora chegamos a um impasse: ou somos seguidores de Jesus, ou somos seguidores do Renê! Definitivamente não dá pra ser mais meio termo. E sinceramente, acho que o diabo já está ficando com inveja dele, pois há muito tempo atrás ele fez parecido, mas foi logo condenado, enquanto o Renê tem até o fim de sua vida pra se arrepender e voltar à Casa do Pai.

Então, o que fazer agora? Orar, pedindo misericórdia por esse povo que se deixa levar por esse falso apóstolo, responsável pela queda de milhões de pequeninos na fé, e ainda participante da queda de muitos guerreiros da fé, como o Silas Malafaia, que hoje, está trilhando caminhos parecidos com os do papai Renê!



A pessoas como ele, Jesus tem reservada uma dura palavra (Mateus 18.6,7). Vocês leitores que antes simpatizavam com G12/M12 derivados e afins, eu faço mais um apelo para que vocês revejam onde está sua fé, e se voltem a Jesus, unicamente, à doutrina sã de Cristo, que é o evangelho, puro e simples, e não cheio de rituais (encontros, escolas disso e daquilo). Não deixem que o orgulho prevaleça sobre vocês, afinal, errar é humano, todos nós estamos sujeitos a um dia estarmos sob o jugo de falsos profetas, seguindo-os cegamente, por isso o próprio Jesus, Paulo e Pedro tanto alertaram, para que vigiássemos, e mesmo se formos fisgados, quando alguém nos revelar a verdade, possamos sair!

Não se enganem, uma coisa é submissão, outra é escravidão. Em lugar nenhum da Bíblia há respaldo para afirmar que receberemos a salvação porque obedecemos aos nossos líderes, mesmo sabendo que eles estavam errados, pelo contrário, o próprio Jesus afirma que os líderes (naquele tempo escribas e fariseus) podem fechar as portas dos céus! Muitos tem avisado, resta a você tirar a venda de seus olhos! Lembre-se, no dia do juízo, não haverá desculpas!

Fonte: http://evandrojrs.wordpress.com/2011/04/08/mais-uma-do-papai-rene/

_________________________________

TEMPOS FINAIS.





Os últimos dias da Igreja na terra, antes do arrebatamento, seriam marcados por uma avalanche de modismos e desvios doutrinários sem precedentes em toda a história. O próprio Senhor Jesus Cristo advertiu de antemão aos seus apóstolos sobre tais mudanças que se dariam, bem como os exortou a permanecer firmes na verdade que receberam a fim de não serem envolvidos pelos ventos do erro e, tampouco, ludibriados por hábeis enganadores que surgiriam no cenário de apostasia dos tempos finais.


Decorridos 21 séculos de história eclesiástica, parece-nos óbvio que os vaticínios proferidos nas Sagradas Escrituras cumprem-se aceleradamente, e que, o quadro de apostasia desenhado no passado e descrito fielmente pela pena dos apóstolos de Jesus, na Bíblia, está se dando concomitantemente diante de nossos olhos com uma precisão tão perfeita como somente a mão divina poderia prever. Deus em sua presciência concedeu tais revelações a sua Igreja tendo em vista que a mesma se precavesse dos ataques do pai da mentira e permanecesse incólume aos golpes desferidos pelas trevas.




Desde os dias apostólicos até os nossos dias, a Igreja de Deus na terra percorreu um longo caminho de lutas e perseguições. Por vezes as trevas tentaram ofuscar o testemunho cristão e impedir o curso da luz aos corações famintos pela verdade. Nos momentos mais decisivos de sua história, no entanto, a Igreja nunca deixou de contar com a ajuda do alto, com a poderosa ação do Espírito Santo a lhe instilar a verdade no íntimo e a fé nas promessas daquele que nunca falhou, e jamais falhará.


Sob este ímpeto de inspiração e esperança na Verdade do Evangelho não poucos perderam suas vidas nas arenas romanas, nos jardins de Nero, nos instrumentos de tortura, nas fogueiras da Inquisição e nos terríveis calabouços da Idade Média. Acossados e humilhados pelos inimigos da cruz, permaneceram firmes até a morte, porque buscavam a pátria que há de vir. É a estes heróis, anônimos ou não, que o escritor de Hebreus dedica todo o capitulo11. Considero tal capítulo como um memorial à fé e a esperança de todos aqueles que vivendo no mundo, buscam com fervor a eterna morada dos justos – a Jerusalém Celestial – “a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus” (Hebreus 11.10).


Nos dias que antecedem o rapto da noiva do Cordeiro, tais palavras são importantes para produzir em nós tremor e temor diante daquele que nos chamou para vivermos por Ele e por sua Palavra. Nestes dias de engano e afastamento da fé, a vida despojada dos padrões deste mundo e piedosa dos santos do Antigo Testamento deveria nos deixar corados de vergonha e, sobretudo, imprimir em nós o desejo de imitar-lhes as pisadas e o exemplo de fidelidade ao Senhor que morreu na cruz.


No entanto, percebe-se que quanto mais tempo passa, mais profana e abominável vai ficando a cristandade. A luz que outrora brilhou em tempos áureos parece estar fenecendo ante a influência do mundanismo e a ação de falsas doutrinas que se aninharam nos corações de muitos crentes. Diante de tais fatos, alguns até já mencionam a necessidade de uma nova reforma que conduza o povo de volta a Palavra de Deus e lhe imprima um novo animus espiritual – um retorno ao verdadeiro Evangélico bíblico.


Indubitavelmente, está entronizado em muitos púlpitos um outro evangelho. Um Evangelho sem cruz e sem sofrimento. Um evangelho de resultados temporais e de uma busca insana por valores efêmeros, um modelo de Cristianismo que se contrapõe à doutrina de Cristo e aos ensinos apostólicos. Em suma, um evangelho fermentado e falsificado que nega a eficácia da verdade exposada nas Sagradas escrituras e envergonha o testemunho dos santos homens do passado. Conta-se que um grande pintor fora convidado para pintar o desenho do apóstolo Paulo no frontispício de uma determinada igreja italiana. De propósito, o hábil artista deixou coradas de vermelho a face do apóstolo. Ao perceberem o rubor que se destacava na silhueta paulina, alguns religiosos que ali passavam, criticando a obra, perguntavam ao mestre de artes:


- Por que ele está com as faces tão rosadas? Ao que o pintor lhes respondeu:
- Ele cora de vergonha por ver todas as vossas iniqüidades.


Tal ilustração serve-nos como um exemplo que revela profundamente os verdadeiros sentimentos do Senhor em relação a sua Igreja na terra e para com aqueles que se dizem chamados pelo seu nome. Com certeza o Senhor sente ojeriza em contemplar tanta mentira no lugar da verdade, tanta impureza no lugar da santidade e tanta apostasia no lugar da Sã Doutrina. Esse é o evangelho que não glorifica ao Senhor, pelo contrário, provoca-lhe repugnância e tristeza.