segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

15 RAZÕES PORQUE NAO POSSO SER TESTEMUNHA DE JEOVÁ

Os ensinamentos claros e cristalinos da Palavra de Deus não dão lugar a que se abrace as doutrinas dos Testemunhas de Jeová após um estudo bíblico completo. Os ensinamentos básicos dessa seita estão em conflito com as Escrituras. Quinze dos seus erros doutrinários excepcionais foram abaixo relacionados e constituem razões sólidas para que ninguém se filie aos Testemunhas se quiser continuar apegado a verdade divina.


1. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DIVINDADE ABSOLUTA E SINGULAR DE JESUS CRISTO. As Escrituras demonstram que o Senhor Jesus Cristo é Jeová.


Isaías 41:4, 44:6, e 48:12 declaram que o atributo de ser o "primeiro e último" pertence a Jeová somente. Apocalipse 1:7-8,11,17 e 22:13-14 apresentam Jesus Cristo com exatamente esse mesmo atributo, fazendo dEle, portanto, Jesus Cristo, o Jeová dessas passagens, e de todo o Velho Testamento.


Isaías 45:22-25 fala de uma adoração universal, que um dia toda a humanidade prestará a Jeová. Filipenses 2:9-11 aplica esta passagem de Isaías a Jesus Cristo.


Isaías 44:22-23 apresenta Jeová como Redentor. Efésios 1:7 estabelece Jesus Cristo como esse Redentor.


Em Isaías 45:24 e 54:17 Jeová é a nossa justiça. Em 1 Coríntios 1:30 Jesus Cristo é a nossa justiça.


Isaías 43:11 reserva a Jeová somente a obra da salvação do homem: "Fora de mim não há Salvador." Tito 2:13 ensina que Jesus Cristo é o Salvador, estabelecendo-O, portanto, como o Jeová de Isaías, capítulo 43.


O estudante honesto das Escrituras há de ler, estudar e comparar os versículos acima apresentados.


2. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ENSINAM QUE JESUS CRISTO É UM SER CRIADO - SIMPLESMENTE UM OUTRO DEUS.


Este erro doutrinário foi criado pelos Testemunhas de Jeová através de sua estúria Tradução "Novo Mundo". que apresenta João 1:1 da seguinte maneira: "E o verbo era um deus". Isaías nega este erro enfaticamente em 43:10, 44:6 e 45:5,12, e prova que sua tradução de João 1:1 é ilegítima. Quatro vezes Jeová declara a impossibilidade de haver "um outro deus" ou "um deus" além dEle mesmo. Qualquer estudante honesto das Escrituras deve reconhecer a exclusividade única de Jeová.


3. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PERSONALIDADE E DIVINDADE DO ESPÍRITO SANTO.


Das muitas referências bíblicas que demonstram que isto não é verdade, João 16:13-14 é a principal. Oito vezes o Senhor Jesus se refere ao Espírito Santo usando o pronome pessoal masculino "ELE". A palavra grega "ESPÍRITO" é neutra mas o pronome empregado não é neutro mas masculino. Cristo estava teologicamente certo nisto, reconhecendo a personalidade do Espírito. Se o Espírito Santo não fosse uma pessoa, o pronome neutro é que seria usado e a gramática da passagem ficaria intacta. Jesus Cristo, o Filho de Deus, JAMAIS COMETEU UM ERRO.


Até a própria tradução "Novo Mundo" dos Testemunhas reconhece a personalidade do Espírito na tradução desses dois versículos. A divindade do Espírito Santo está claramente demonstrada nas referências abaixo que o estudante honesto deve estudar com todo o cuidado: Atos 5:3-4, 1 Coríntios 3:16, 2 Coríntios 13:14. Em 1 Coríntios 12:4-6 o Espírito Santo é chamado de Senhor, v. 5, e Deus, v. 6. Ao colocar Isaías 6:8-10 junto a Atos 28:25-27, toma-se evidente que o Deus de Isaías 6 é o Espírito Santo.


4. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A DOUTRINA BÍBLICA DA TRINDADE.


Embora a verdade da Trindade seja considerada divertida pelos Testemunhas, ela não obstante constitui parte da revelação de Deus. O estudante da Bíblia descobre que há uma Pessoa nas Escrituras, conhecida como Pai, que é Deus, Efésios 1:2. Há uma outra Pessoa nas Escrituras, chamada de Filho, Jesus Cristo, e que é Deus, Tito 2:13. Há ainda uma outra Pessoa chamada de Espírito Santo, que é Deus também, Atos 5:3-4. A palavra grega theos, "Deus". foi usada em relação a todas essas três Pessoas, concedendo assim a mesma divindade a cada uma delas. O estudante cuidadoso também nota o fato da Trindade em, Isaías 48:17, 28:19, 2 Coríntios 13:14. A conclusão é simplesmente que há um só Deus manifesto nas três Pessoas conhecidas como Pai, Filho e Espírito Santo e, considerando que cada uma dessas Pessoas é Deus, elas são iguais.


5. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A RESSURREIÇÀO FÍSICA E CORPORAL DE JESUS CRISTO.


A sua falsa doutrina declara: "O homem Jesus está morto, só o Seu espírito ressuscitou." O testemunho de Jesus Cristo é completamente diferente, Lucas 24:36-45. Mesmo um exame superficial do v. 39 desfaz qualquer dúvida referente à ressurreição corpórea. Tomé encontrou-se com o Cristo fisicamente ressuscitado, João 20:24-29, como também os outros discípulos que comeram peixe com Ele, João 21:12-14. Paulo testifica a ressurreição física de Jesus Cristo em 1 Coríntios 15:3-19. Os guardas junto à sepultura. os principais dos sacerdotes e o Sinédrio jamais teriam ficados, em Mateus 28:11,15, se "apenas o Seu espírito ressuscitasse".


6. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A VOLTA FÍSICA E VISÍVEL DE JESUS CRISTO.


Eles dizem: "Não devemos esperar que Ele torne a voltar como um ser humano". A volta fica mais adequadamente traduzida por presença e se refere à presença invisível do Senhor. Contrastando com isso, o estudante da Bíblia descobre que a verdade é que JESUS CRISTO VAI VOLTAR novamente, física e literalmente. Em Apocalipse 1:7, "todo o olho o verá". Em 1 Tessalonicenses 4:16-17, "o Senhor mesmo...descerá dos céus" E em Atos 1:10-11, "assim virá do modo como o vistes subir". O testemunho dessas passagens é irrefutável.


7. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A PRESENÇA DO CRENTE COM CRISTO APÓS A MORTE.


De acordo com 2 Coríntios 5:8, Filipenses 1:21-24 e Lucas 16:20-22, o crente, imediatamente após a morte, passa para a presença de Cristo. O corpo fica no solo, João 11:11-14, aguardando a ressurreição, 1 Coríntios 15:20-23, enquanto a alma e o espírito, agora separados do corpo, Tiago 2:16, entram no céu.


8. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ REPROVAM A ESPERANÇA QUE O CRENTE TEM DE IR PARA O CÉU.


João 14:1-3, Filipenses 3:20-21, 1 Pedro 1:3-5 e Apocalipse 3:12 são apenas algumas das muitas passagens bíblicas que falam da "esperança viva" de estar com Cristo para sempre.


9. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A REALIDADE E ETERNIDADE DO CASTIGO FUTURO.


As Escrituras falam da realidade do inferno. O Senhor Jesus Cristo falou mais do inferno do que do céu e nos informou que o inferno é uma fornalha de fogo, Mateus 13:49-50, um lugar preparado para Satanás e os seus emissários, Mateus 25:41, de fogo que não se extingue, Marcos 9:42-48. Além disso, Ele insistiu no fato do inferno ser eterno. A palavra grega aionios, que traduz "aquilo que não tem fim". e que foi usada para descrever a vida eterna mencionada em João 3:16, e a eternidade de Deus em Romanos 16:26, foi deliberadamente usada por Cristo para descrever a duração do inferno, Mateus 18:8, e por João, em Apocalipse 14:11. Aionios não tem um significado duplo. Se ela quer dizer que Deus é eterno e a vida que o crente recebe é eterna, então deve significar que o inferno também é eterno.


10. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM A SALVAÇÃO PERFEITA DA CRUZ DE CRISTO.


Sem qualquer justificativa bíblica, os Testemunhas ensinam que o Milênio, os mil anos do reino de Cristo na terra, proporcionará a toda a humanidade, desde Adão em adiante, que ressuscitará, uma oportunidade, sob condições favoráveis, de receber a salvação eterna. Onde encontrar um único versículo bíblico que apoie tal coisa? O Senhor Jesus Cristo comprou nossa salvação na Cruz, Romanos 3:21-26, e resta ao homem crer e ser salvo, Efésios 2:8-9 e Atos 16:30-31. A salvação é totalmente a parte de qualquer esforço humano, Romanos 3:27-28.


11. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGAM O PATRIOTISMO E A CONTINÊNCIA À BANDEIRA.


As Escrituras ordenam aos crentes a serem cidadãos leais. O estudante cuidadoso verá isto em Romanos 13:1-7, 1 Pedro 2:13-15 e Mateus 22:21.


12. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ESTÃO CONFUSOS QUANTO AOS 144.000.


Através de boas obras e esforço sincero um Testemunha de Jeová tem esperança de se tornar um membro do grupo dos 144.000. Nos dois capítulos em que foram mencionados os 144.000, Apocalipse 7 e 14, o estudante das Escrituras nota que os 144.000 são, realmente; Judeus das tribos, sem gentios entre eles, 7:4-8, são todos homens, 14:4, servirão durante a Grande Tribulação, 14:6-13, e não receberão a sua posição mediante obras mas serão designados por Deus, 7:3. Por mais que se force a imaginação. nenhuma interpretação bíblica aceitável pode garantir a essa seita gentia posição entre os 144.000.


13. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ USAM UMA TRADUÇÃO DETURPADA DA BÍBLIA.


A Tradução "Novo Mundo" das Escrituras Gregas Cristãs é uma tradução desajeitada do Novo Testamento, que não tem nenhuma reputação entre os mestres do grego. A tradução foi alterada para se encaixar na heresia. Por exemplo. a palavra allos. "outro". não aparece no texto grego de Colossenses 1:16-17, mas foi inserida quatro vezes em sua tradução para que Cristo apareça ser parte da criação e, desse modo, se encaixe em sua doutrina que afirma ser Ele um filho criado, um outro deus. "….porque por meio dEle todas as coisas foram criadas". Esta e dezenas de outras passagens tornam a tradução "Novo Mundo" em uma caricatura da Palavra de Deus.


14. OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ TEM UM SISTEMA DOUTRINÁRIO QUE SE BASEIA NAS INTERPRETAÇÕES DE CHARLES TAZE RUSSEL.


Em 1874. um camiseiro do Brooklyn, chamado Charles Taze Russel, anunciou que era dono da verdade. Em suas muitas obras Russel "não deixou quase nenhuma grande verdade ou doutrina fundamental não tocada com suas conclusões heréticas e injustificadas". Dr. Win. E. Biederwolf. Conforme um cuidadoso estudo pode revelar, as obras de Russel servem de base fundamental para a estrutura dos Testemunhas de Jeová. Atualmente os Testemunhas de Jeová estão seguindo as conclusões falidas de um patife que se divorciou de sua esposa, teve problemas com os tribunais e que enganou seus seguidores vendendo-lhes "trigo milagroso" a preço exorbitante, o qual ele proclamava que produzia 15 vezes mais do que o trigo comum.


15. 0S TESTEMUNHAS DE JEOVÁ NEGLIGENCIAM A VASTA ÁREA DE VERDADES BÍBLICAS.


Uma análise cuidadosa dos diversos livros, panfletos, e revistas editados pela Torre de Vigia revela que apenas uma pequena porcentagem Bíblica foi por eles usada. Eles não citam mais de 7% das Escrituras, deixando o restante da Palavra de Deus não mencionada.






Autor: Robert Mignard
Fonte: www.obreiroaprovado.com

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Porque o $how tem que parar

Por Matheus Soares

Nesses quase 2000 anos de cristianismo passamos por diversos altos e baixos. Experimentamos o florescer de uma igreja sadia, que crescia exponencialmente no meio da perseguição, onde muitos foram martirizados pela causa mantendo-se fiéis até o fim. Seu mote era a esperança do encontro com Cristo no grande Dia, nada podia detê-los, nem espada, nem escassez, nem angústia e nem medo, eles lutavam como quem nada tinha a perder nesta vida, seu triunfo era conquistar a vida eterna. Homens, como o autor de Hebreus diz, dos quais o mundo não era digno, eles nada tinham a ver com os negócios e negociatas desse mundo, nada tinham a ver com o poder político vigente.

Pudemos ver grandes avivamentos na história, sempre orquestrados e guiados pelo Cabeça da Igreja, Jesus Cristo. Homens piedosos, que não se desviavam da sua missão de ser sal e luz dessa terra insípida e envolta em trevas. Desde os apóstolos, seus discípulos, os pais da igreja, os pré-reformadores, os reformadores, os avivados, aqueles do coração aquecido. Uma infinidade de homens que durante a história fizeram a diferença.

Porém de tempos em tempos enfrentamos um grave esfriamento da igreja, como por exemplo quando os cristãos decidem criar uma pequena comunidade em Jerusalém e só são dispersos pela grande perseguição, ou quando o império romano adota o cristianismo como religião, cessando a perseguição, criando um período de graves desvios doutrinários culminando no surgimento nos reformadores, e após muita luta conseguem se desvencilhar das falsas doutrinas, porém, mais tarde os países europeus passam a adotar o protestantismo como religião oficial causando assim um novo esfriamento.

No século passado tivemos grandes avivamentos, da rua Azuza aos movimentos de santidade, os esforços evangelísticos, a quebra de paradigma dos países católicos. Mas hoje passamos por um novo período de esfriamento. Nunca houveram tantos shows, tantos pregadores e tantas festas religiosas, mas também nunca houve tantas heresias infiltradas em nosso meio, e é por isso que dizemos que o show tem que parar. E o que está errado?

1. A igreja contaminou-se pela cultura do consumo
Essa cultura fortemente ligada ao capitalismo cada vez mais crescente no mundo todo tem influenciado determinantemente o cristianismo. Todas as coisas relacionadas a fé cristã são pensadas hoje para que o conforto dos seus seguidores seja maximizado. Desde catedrais monstruosas, mais luxuosas que shopping centers, até eventos que procuram entreter toda a família. Vivemos um grande comércio de tudo que é relacionado a igreja, são avalanches de músicas, cantores, shows, eventos, feiras, roupas, livros, filmes e o pior, com preços fora da realidade e qualidade mais do que questionável.

2. A igreja não sofre mais perseguições
Isso não deveria ser um problema, mas como citei anteriormente, a falta de perseguição faz a igreja acomodar-se e embora muitos digam hoje que somos vítimas de perseguição religiosa, estamos muito longe disso. Temos liberdade em dizer que somos evangélicos, temos liberdade para pregar para qualquer pessoa, porém não usamos essa liberdade para de fato propagarmos o evangelho, talvez por vergonha ou timidez, talvez por falta de interesse, talvez porque é mais cômodo deixar isso na mão daqueles que tem ‘chamado’ para isso – pastores, missionários, evangelistas, etc. Fato é que quanto menos perseguição, mais acomodados nos sentimos. Os shows servem para desviar nossa atenção do que realmente é importante.

3. A igreja é tão grande no Brasil, mas não causa impacto social
Os grandes avivamentos foram marcados por profundas transformações sociais nas comunidades que faziam parte, temos notícias de cidades e até mesmo países inteiros em que o nível de criminalidade baixou, centros de bebedeira e prosituição sendo fechados, pessoas se convertendo ao Evangelho nas ruas, a educação se proliferando, o conhecimento sendo expandido. Porém o que vemos na sociedade brasileira é que o número de evangélicos cresce largamente, porém o número de escândalos financeiros e políticos também. Grandes líderes cristãos sendo seduzidos pelo poder e pelo dinheiro, casos de abuso sexual e diversos tipos de crimes surgindo no seio das instituições religiosas. Níveis cada vez mais altos de iniquidade no meio do povo. Enquanto o show continua as pessoas esquecem da sua verdadeira vocação como cristãos, ser testemunha de Deus nessa terra.

4. A igreja está infestada de falsos mestres
A cada dia que passa surgem novos falsos mestres na igreja evangélica, gente capaz de vender lenços com seu suor e até aqueles que vendem unções financeiras. São tantas as heresias e interpretações equivocadas que fica a cada dia mais difícil apontar líderes realmente comprometidos com a Palavra de Deus e não com seus mega-impérios. Os meios de comunicação foram inundados por esse tipo de pregação triunfalista, de uma fé unicamente utilitária e de um deus que existe apenas para satisfazer nossos prazeres. Macumbaria evangélica sendo praticada com rituais cheios de misticismo e distanciados do verdadeiro poder de Deus. Músicos e cantores que abusam do mercado gospel, fazendo músicas que basicamente são feitas para vender milhares de cópias, dizendo que são consagradas a Deus, mas seu verdadeiro deus é mamom. Se o show não parar muita gente ainda vai abusar do nome de Deus para ficar rico.

5. A igreja é usada para fins políticos
Não são poucas as igrejas que exploram a ignorância de seus fiéis, transformando seus púlpitos em palanques, amedrontando o povo com histórias falsas e absurdas que os levem a votar em seus candidatos. Aqueles mesmo que oram ao receber uma propina, os que levam dinheiro ilegalmente no meio de bíblias, que votam a favor de projetos apenas quando estes são de acordo com seus interesses particulares e/ou partidários. Enquanto estamos entretidos pelo show não conseguimos distinguir consciência política de compra de voto.

Voltemos ao evangelho puro e simples! O show tem que parar!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

HOUVE UM TEMPO

O presente artigo é da pena arguta e inspirada de meu nobre amigo, pastor Geziel Nunes Gomes.
Ao falar com o coração nos reporta a urgente necessidade de buscarmos ao Senhor - para vivermos outra vez - o tempo em que com sinceridade se fazia a Obra de Deus.



Houve um tempo em que os crentes oravam. Nesse tempo Deus abria as portas das prisões e os Ministros de Deus eram soltos sobrenaturalmente.
Houve um tempo em que os compositores produziam canções ajoelhados, enquanto tinham visões do Céu. Nesse tempo apareceram hinos como RUDE CRUZ, CASTELO FORTE, QUÃO BONDOSO AMIGO, QUE SEGURANÇA - SOU DE JESUS e outros.
Houve um tempo em que os pregadores liam muito a Bíblia e se preparavam diante de Deus para ministrarem a santa Palavra. Nesse tempo surgiram Moody, Spurgeon e Finney, para só mencionar 3.
Houve um tempo em que o povo de Deus jejuava. Nesse tempo Hamã era enforcado e Mardoqueu exaltado.
Houve um tempo em que os evangelistas criam nos dons do Espírito e os recebiam. Nesse tempo Samaria inteira se alegrava e vinha aos pés do Salvador.
Houve um tempo em que a Igreja se reunia diariamente no templo e nas casas. Nesse tempo o Povo de Deus crescia cada vez mais e as decisões se contavam aos milhares.
Houve um tempo em que mentir era pecado. Nesse tempo Ananias e Safira morreram instantaneamente.
Houve um tempo em que os púlpitos eram usados com temor e tremor. Nesse tempo os ouvintes de Jonathan Edwards eram grandemente impactados pela visão inquietante dos pecadores nas mãos de um Deus irado.
Houve um tempo em que os profetas não temiam as ameaças do Poder Público, por não estarem com ele mancomunados. Nesse tempo os leões perderam a força e não puderam destruir o profeta..
Houve um tempo em que a reverência no culto era plena e abundante. Nesse tempo a glória do Senhor se manifestava e os ministrantes nem sequer podiam manter-se de pé.
Houve um tempo em que não havia estrelas piscando no firmamento do culto sagrado. Nesse tempo somente brilhava o Sol da Justiça.
Houve um tempo em que não havia jogo de luzes nos cultos de celebração da Igreja. Nesse tempo a Igreja não tinha prazer pela escuridão.
Houve um tempo em que a fé era aliada incondicional da coragem. Nesse tempo um jovem podia derrotar o maior dos gigantes do lado inimigo.
Houve um tempo em que os ministros gozavam de total credibilidade perante a Congregação. Nesse tempo o povo ia à Casa de Deus e depositava muito dinheiro aos pés dos apóstolos.
Houve um tempo em que os ouvidos dos santos estavam abertos à voz de Deus. Nesse tempo o Espírito podia falar à Congregação e apontar os ministros por Ele escolhidos.
Houve um tempo em que os apóstolos não tinham ouro, nem prata; Nesse tempo eles podiam dizer ao paralítico: Em nome de Jesus, levanta-te e anda.
Houve um tempo em que ser fiel era a maior glória de um Obreiro. Nesse tempo Paulo podia dizer: “Sede meus imitadores, como eu sou de Cristo”.
Houve um tempo em que não havia politicagem, nem barganha, nem escamoteação nos encontros ministeriais. Nesse tempo os líderes podiam declarar: “Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós”.
Houve um tempo em que os ministros não recebiam favores da casa real nem abocanhavam as verbas oficiais que amordaçam. Nesse tempo eles viviam e atuavam como “despenseiros dos mistérios de Deus”.
Houve um tempo em que recordar o passado não era tido por saudosismo nostálgico. Nesse tempo ecoava a voz da Escritura: Lembrai-vos dos dias antigos.
Houve um tempo – que poderá voltar, se nos envergonharmos do nosso tempo e pedirmos de volta o tempo melhor, que certamente não demorará a emergir.
Nesse tempo estaremos com certeza preparados para a volta triunfante do maravilhoso e único Salvador.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Silas Malafaia responde aos criticos.

O Pr. Silas Malafaia não desiste. Acho que, por conta de estar sentindo na pele os resultados da “unção dos 900,00″ (há boatos de que já foram arrecadados pelo menos 2 milhões de reais), o pastor deseja ardentemente compartilhar com o maior número de pessoas possível o revelamento do Pr. Morris Cerullo, de que Deus derramará riquezas sem igual aos que crerem e depositarem R$900,00 na conta do programa malafaiano. Essa semana já ouvi a mensagem que coloco a seguir 3 vezes, e com certeza ela se repetirá durante toda a próxima semana, afinal não se pode excluir ninguém da possibilidade da “bênção” por não ouvir a “verdade”, a fé vem pelo ouvir, não é mesmo?

Infelizmente, dessa vez, não peguei o anúncio desde o começo, mas já dá para ter uma idéia. Inicialmente Malafaia começou enaltecendo as qualidades proféticas do Cerullo, e depois, para explicar o porquê de tantas repetições dessa duvidosa entrevista, informa com estatísticas sem citação de sua fonte que uma pequena porcentagem assiste sempre aos programas, sendo então necessário que a unção financeira continue sendo reprisada sem fim, para que todos tenham acesso a ela.

Sobre a questão da “oferta voluntária”, Malafaia diz que em todas as religiões há essa prática, esquecendo-se, porém, que o Pr. Morris Cerullo fez o que chamamos no setor bancário de “venda casada”: atrelou o recebimento de uma unção especial ao pagamento dos R$ 900,00, disse com todas as letras que a unção seria dada apenas aos que dessem o dinheiro. Nesse caso, apesar de colocarem em letras garrafais no video “oferta voluntária”, na verdade não passa de uma venda, onde o fiel paga para receber o que lhe é prometido como algo necessário: riquezas.

Muito blablabla depois, no minuto 6:43 ouvimos finalmente a resposta do Malafaia aos que criticam a unção financeira, seguida de uma risadinha sarcástica, típica do Pastor.

http://www.youtube.com/watch?v=KhjiWoj5Xdg

“Eu quero deixar uma palavra aqui muito, muito especial. Eu quero dizer que não tou nem aí para você, crítico, hahaha, eu não tou nem aí pra você, sabe por quê? Porque quem critica não faz nada, você conhece alguma obra de crítico? Você conhece alguma coisa que crítico construiu? Geralmente o crítico é um recalcado, que tem dor de cotovelo do sucesso dos outros. Então eu quero ser honesto, porque eu não tou preocupado com você. Eu tou preocupado sim com aquelas pessoas que ao ouvirem a Palavra de Deus, a fé pode ser produzida, porque a fé vem pelo ouvir, e o ouvir a Palavra de Deus. Ok? Tá certo assim?”

Não, Pr. Malafaia, não está certo assim. O revelamento do seu colega pastor-milionário fez com que muitos colocassem a fé não na Palavra de Deus, mas no poder da barganha com Deus, onde os que têm condições podem pagar para conseguir suas unções mágicas, e onde os que nada ou pouco têm acabam frustrados por saberem que nunca poderão participar da divisão das riquezas por lhes faltarem R$ 900,00. O que o sr. chama de “Palavra de Deus” nada mais foi do que a palavra de um homem acostumado a esvaziar as carteiras dos fiéis com sua oratória. O sr. acha que faz muito por ter um programa de tevê, que promove seus produtos e palestras, mas o sr. faz muito para SI MESMO, achando que está fazendo para o Reino de Deus. Muitos críticos, creia, fazem mais pelo Reino apenas denunciando esses e outros enganos. O sr. acha que quem o critica tem é inveja do seu sucesso, mas quem o critica deseja um sucesso diferente do que o sr. prega: ao invés do sucesso aqui-agora, o sucesso no Reino dos Céus, o sucesso de fazer a vontade do Pai e não o de precisar parecer próspero e bem-sucedido perante os homens. Infelizmente, muitos líderes evangélicos crêem que sucesso é ter riquezas, fama, reconhecimento humano, mas veja em sua Bíblia da Batalha Espiritual e Vitória Financeira o que Deus fala sobre isso (por favor, veja o que Deus fala, não as interpretações duvidosas do Pr. Morris Cerullo). O sr. diz não estar nem aí para os seus críticos, mas mesmo assim precisa explicar de forma totalmente distorcida a questão da “oferta voluntária” solicitada em seu nome, sinal que lá no fundo o sr. está preocupado com as críticas sim, e isso, a meu ver, é um ótimo sinal, pois onde há preocupação há, talvez, espaço para reflexão sobre os caminhos que estão sendo trilhados.

Que Deus continue levantando homens e mulheres que não se conformam com esse mundo, mas que sejam vozes de denúncia contra os sutis enganos que são colocados no ensino da Palavra. Quem está de pé, cuide para que não caia.

Extraido do blog UMA ESTRANGEIRA NO MUNDO.