segunda-feira, 10 de novembro de 2014

IDOLATRIA EVANGÉLICA A ISRAEL: ONDE VAMOS PARAR



Os hebreus no Antigo Testamento eram conhecidos pela sua freqüente queda diante da idolatria. Era talvez o pecado no qual eles mais incorriam. E os evangélicos, esquecendo o Novo Testamento e as doutrinas mais básicas do Cristianismo, estão caindo num novo tipo de idolatria: a idolatria de símbolos judaicos e do Estado secular de Israel.A arca da aliança está de volta, invadiu as igrejas evangélicas. Nosso povo tendente a superstição e preguiçoso para estudar, busca objetos sobre os quais possa apoiar sua fé. Isso é idolatria, e a idolatria é totalmente contrária ao culto em espírito e verdade que se espera dos cristãos. Isso sem falar na idolatria à outros símbolos judaicos, como a Menorah, o Shofar, e o culto à bandeira do estado secular de Israel, sendo que para nós cristãos, não existe mais judeu nem grego, todos são iguais diante de Deus. Vale mencionar também as excursões de evangélicos a Israel, muitas delas para participar de rituais de “fogueira santa”, e banhar-se no rio Jordão, como se suas águas fossem milagrosas, ou levar de lembrança um pouquinho de areia dos desertos. E claro, não se esqueçam do óleo ungido de Israel.Até quando vamos cair nos mesmos erros? Será que os evangélicos ainda não entenderam que nós cristãos estamos sob a graça e não mais sob a lei? Será que ainda não entenderam que não somos judeus? Ligar-se ao estado secular de Israel de alguma forma, mesmo corrompendo o evangelho de Jesus, tornou-se uma obsessão dos evangélicos, deve ter até algum fundo patológico, devem se achar inferiores por serem cristãos, querem ser judeus, ter status de judeus sem serem judeus de fato. Então meus caros, se é assim, abandonem o Cristianismo e abracem o Judaísmo, circuncidem-se e sigam todos os rituais judaicos, é melhor isso do que continuar essa palhaçada idólatra. Escolham o que vocês desejam ser, cristãos ou judeus, e sejam leais a essa escolha. Cristão adora a Deus em espírito e em verdade, não precisa de objetos, sejam quais forem. Será que não conseguimos enxergar que tudo isso visa é perverter ainda mais o Cristianismo?E não, não tenho nada contra judeus nem contra o Judaísmo, e essa idolatria evangélica de objetos judaicos, perverte também o verdadeiro Judaísmo, pelo menos no meu ponto de vista.Existe até um site que comercializa réplicas pequenas e grandes da arca da aliança a preço de ouro, a que ponto chegamos…“Agora a arca da aliança irá entrar, quando ela estiver entrando, vocês vão olhar para ela, se possível, tocar nela, e fazer um pedido, e Deus irá conceder o pedido que vocês fizerem.”“Nesse momento eu estarei distribuindo réplicas da arca, vocês virão, só os que crêem, e irão pegar a arca com a mão direita. Levarão a arca para casa, deixarão de hoje até amanhã num lugar específico. E amanhã vocês devolverão a arca com uma oferta a Deus.”Uma réplica grande, de metal, da arca da aliança, pode ser levada pra casa, pela módica oferta de R$ 10.000,00. A réplica média, pede uma oferta de R$ 5.000,00, e a menor, uma oferta de R$ 1.000,00.Evidente que só podia mesmo ter interesse financeiro por trás disso, não é? Sempre quando existe distribuição de objetos de idolatria, há alguém ganhando dinheiro por trás. E ainda por cima esquecem que a oferta que agrada a Deus, é aquela feita com alegria e amor, não importando o valor, o que vale mesmo para Deus é a intenção do coração de quem está ofertando. E vender objetos para justificar ofertas suntuosas, é mercantilismo, os vendilhões do templo também voltaram. Quem será o primeiro a empunhar o chicote para expulsá-los?
Créditos:http://veshamegospel.blogspot.com.br/2009/04/idolatria-evangelica-israel-onde-vamos.html

domingo, 13 de abril de 2014

Pastor critica adoção de costumes judaicos por igrejas evangélica brasileiras



A influência do judaísmo nas igrejas evangélicas contemporâneas é assunto que constantemente levanta polêmicas no meio cristão e, principalmente, motiva críticas por parte de líderes cristãos que não aprovam a importação de costumes judeus para dentro do cristianismo.
Em um texto publicado recentemente, o reverendo , missionário da Junta de Missões da Convenção Batista Nacional, criticou essa aproximação exagerada de alguns segmentos evangélicos da cultura judaica, os quais classificou como “grupos heréticos”.
- A igreja brasileira sempre nutriu certa apreciação pela Terra Santa e pelo Povo Judeu. Mas o que vemos hoje em dia é uma importação exagerada dos costumes judeus para dentro da igreja, ferindo assim a orientação apostólica, o ensino dos pais da igreja e dos reformadores quanto ao assunto – afirmou Branco.
Afirmando ter como objetivo em seu artigo “mostrar a irracionalidade, a deturpação e denunciar explicitamente as aberrações destes movimentos tidos judaizantes espalhados pelo Brasil”, o religioso afirma que é necessário se ter uma compreensão da missão história de Israel e do Antigo Testamento, e afirma que tal missão tem sido vista de forma equivocada pela igreja brasileira.
- O Antigo Testamento, com todas as suas leis, rituais e tradições, tem sido muitas vezes interpretado de forma equivocada, principalmente por alguns segmentos cristãos, não tão novos como imaginamos, que desde o princípio da igreja tem procurado trazer para dentro da Nova Aliança elementos oriundos das tradições judaicas, culminando naquilo que conhecemos como “cristãos judaizantes” – explica Luis A R Branco.
- A missão de Israel no Antigo Testamento envolvia elementos muito particulares para aqueles dias e tentar transferir estes elementos para os nossos dias, pode certamente nos induzir a erros e a cometer interpretações equivocadas da missão de Israel – completa, citando seu livro “Israel e a Igreja”.
O reverendo explica ainda que muitas das regras cerimoniais relatadas pela Bíblia em relação ao povo judeu tinham como base mais “questões de saúde, devido à sua localização geográfica e questões climáticas do que propriamente com questões religiosas”. Ele ressalta ainda a incoerência da tentativa de adotar alguns desses costumes, e deixar de observar outros, como a dieta kosher.
Outro costume que se tornou “moda” entre muitas igrejas, e que também foi criticado pelo pastor, é o uso do Shofar. Explicando que tal prática é adotada de maneira equivocada pelas igrejas, por ser usado totalmente fora de seu contexto histórico e religioso, o pastor afirma que “não estamos revivendo em hipótese alguma o fortalecimento do judaísmo nas igrejas, mas um sincretismo religioso que reúne elementos de todo tipo de religião”.